Vilas olímpicas abrem inscrições para colônias de férias com esportes e lazer no Rio
Rio de Janeiro
Vilas olímpicas abrem inscrições para colônias de férias com esportes e lazer no Rio
Cuba sofre novo apagão geral e deixa 10 milhões de pessoas sem energia
Mundo
Cuba sofre novo apagão geral e deixa 10 milhões de pessoas sem energia
Alerj derruba vetos e aprova mudanças no transporte, nos direitos de servidores e em incentivos fiscais
Política
Alerj derruba vetos e aprova mudanças no transporte, nos direitos de servidores e em incentivos fiscais
Saúde chega mais perto da população com reforço de 50 unidades móveis no RJ
Estado
Saúde chega mais perto da população com reforço de 50 unidades móveis no RJ
Natal 2026: Árvore da Lagoa será inaugurada em novembro
Rio de Janeiro
Natal 2026: Árvore da Lagoa será inaugurada em novembro
TRE-RJ define fiscalização da propaganda digital para as Eleições 2026
Estado
TRE-RJ define fiscalização da propaganda digital para as Eleições 2026
Rio vai fiscalizar bicicletas elétricas com medidores de velocidade em blitz
Rio de Janeiro
Rio vai fiscalizar bicicletas elétricas com medidores de velocidade em blitz

PF deflagra Operação Red Fox contra lavagem de dinheiro e tráfico internacional de armas e drogas

Um operador financeiro responsável por fornecer armas e drogas para o Comando Vermelho foi preso durante a Operação Red Fox, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura um esquema transnacional de lavagem de dinheiro que movimentou quase R$ 500 milhões e contou com apoio de autoridades do Suriname.

A ação foi realizada entre sexta-feira (19) e sábado (20) em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (Gaeco/MPF).

Segundo as informações, o preso identificado como Arnaldo Ribeiro, chegou a negociar a compra de 10 fuzis AK-47 para o braço da facção que atua na Região Norte do Brasil.

De acordo com a PF, a organização criminosa mantinha uma estrutura financeira responsável por ocultar e movimentar recursos destinados à compra de armas de uso restrito e drogas provenientes do exterior, que abasteciam integrantes da facção no Rio de Janeiro e em outros estados.

Ao todo, quatro mandados de prisão preventiva foram cumpridos. Dois investigados foram localizados no Suriname, presos pelas autoridades locais e deportados para o Brasil, onde tiveram as prisões efetivadas em Belém (PA). Os outros dois alvos foram presos no Rio de Janeiro e em Tabatinga (AM), município localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

De acordo com a Polícia Federal, um dos presos é apontado como operador financeiro da organização criminosa e teria movimentado mais de R$ 150 milhões durante o período investigado. Outra investigada seria responsável pela logística e pela movimentação de recursos no eixo internacional da organização.

As investigações também apontam que o grupo utilizava empresas de fachada, contas bancárias de terceiros, transferências via Pix, depósitos fracionados e movimentações incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos para ocultar a origem dos valores e viabilizar pagamentos a fornecedores de armas e drogas.

Além das prisões, a 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro determinou o bloqueio, o sequestro e a indisponibilidade de bens, direitos e valores de até R$ 500 milhões, com o objetivo de interromper o fluxo financeiro da organização criminosa.

Segundo a Polícia Federal, outros nove mandados de prisão preventiva continuam em aberto, incluindo investigados apontados como lideranças da facção.

As investigações prosseguem para localizar os foragidos, aprofundar a análise financeira e identificar outros integrantes da rede criminosa.