Dia de Finados terá missa solene e orquestra na Igreja da Lapa dos Mercadores, no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Dia de Finados terá missa solene e orquestra na Igreja da Lapa dos Mercadores, no Centro do Rio
Novo tiroteio assusta moradores de Volta Redonda; prefeitura solicita reforço do Bope e apoio aéreo
Mais Quentes
Novo tiroteio assusta moradores de Volta Redonda; prefeitura solicita reforço do Bope e apoio aéreo
Câmara articula mudança no sistema eleitoral após avanço do PL e perda de espaço do Centrão
Política
Câmara articula mudança no sistema eleitoral após avanço do PL e perda de espaço do Centrão
União Brasil é alvo de investigação sobre emendas de R$ 80 milhões destinadas a Belford Roxo
Política
União Brasil é alvo de investigação sobre emendas de R$ 80 milhões destinadas a Belford Roxo
Semifinais da Copa do Brasil movimentam o futebol neste domingo
Esportes
Semifinais da Copa do Brasil movimentam o futebol neste domingo
Justiça libera acesso a documentos sigilosos sobre a morte de Tancredo Neves após mais de 40 anos
Brasil
Justiça libera acesso a documentos sigilosos sobre a morte de Tancredo Neves após mais de 40 anos
Mobi-Rio deixa de operar linha 634 e Consórcio Internorte reassume neste domingo (1º)
Rio de Janeiro
Mobi-Rio deixa de operar linha 634 e Consórcio Internorte reassume neste domingo (1º)

Tribunal de Contas da União decide que presentes recebidos por presidentes não são públicos

Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira (07), o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que presentes recebidos durante os mandatos de presidentes da República não podem ser considerados como bens públicos.

Com isso, o tribunal rejeitou o pedido feito por um parlamentar de oposição que exigia a devolução de um relógio, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu de presente, em 2005, do então presidente francês, Jacques Chirac, em razão da comemoração do Ano do Brasil na França.

Para a maioria dos ministros do tribunal, não há lei específica para disciplinar a matéria. Dessa forma, o TCU não pode determinar a devolução do relógio ao acervo público da Presidência da República.

A decisão foi baseada no voto do ministro Jorge Oliveira. Para o ministro, não há definição legal sobre os presentes recebidos de autoridades estrangeiras durante viagens institucionais.

“Não pode o controle externo, na ausência de lei específica, criar obrigações que a lei não criou. Estamos diante de limitação de natureza formal, que não pode ser transposta”, argumentou.

O tribunal decidiu que não há caracterização precisa para enquadrar os presentes como bens de natureza personalíssima ou bem com elevado valor de mercado para determinar a devolução.