Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Rio de Janeiro
Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Política
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio de Janeiro
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas
Rio de Janeiro
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas
Grammy Latino 2026 divulga indicados; Anitta, Marisa Monte e Criolo representam o Brasil
Entretenimento
Grammy Latino 2026 divulga indicados; Anitta, Marisa Monte e Criolo representam o Brasil
Águas do Rio oferece até 60% de desconto para negociação de dívidas até o fim de setembro
Estado
Águas do Rio oferece até 60% de desconto para negociação de dívidas até o fim de setembro
Douglas Ruas promete retomada de territórios e marca distância da gestão Castro
Destaque
Douglas Ruas promete retomada de territórios e marca distância da gestão Castro

Milicianos presos após confronto com a PRF na Av. Brasil se tornam réus pela Justiça Federal

Foto: Divulgação

A Justiça Federal do Rio tornou réus, nesta quinta-feira (18/04), os 15 milicianos que foram presos após troca de tiros com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na Avenida Brasil, altura de Campo Grande, Zona Oeste, em março. Segundo as investigações, o grupo integra a milícia de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, que está preso desde dezembro do ano passa. No confronto, seis criminosos foram baleados e um conseguiu fugir.

Na ocasião, os milicianos estavam em quatro carros clonados e com eles foram apreendidos 12 fuzis, sete pistolas, uma delas com o brasão da polícia de Miami, 1.593 munições, 58 carregadores de fuzil, 18 carregadores de pistola, duas granadas, 18 coletes balísticos, alguns com placas balística, e com identificações da PM e da Core e 20 celulares.

De acordo com a denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal, o grupo visava transportar o “arsenal de armas de fogo e munições entre localidades por eles dominadas, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com o objetivo de manter seu impressionante poderio bélico”.

Segundo as investigações da Polícia Civil, todos os milicianos são de Santa Cruz e estavam em Carobinha, em Campo Grande, para prestar apoio a um outro grupo de paramilitares que pretendiam dominar a região. Eles voltavam de uma guerra entre traficantes quando foram interceptos. Segundo a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), cinco deles são lideranças chamadas de “puxadores de bonde”.

Os criminosos vão responder por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, porte e transporte de arma de fogo, acessório ou munição de uso restrito, posse de artefato explosivo, resistência qualificada, receptação e constituição de milícia privada.