Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Rio de Janeiro
Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Baixada Fluminense
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Brasil
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Rio de Janeiro
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Brasil
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Região Serrana
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Economia
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE

Delação à PF: Cid descreve reuniões de Bolsonaro com militares para tratar de golpe

Imagem: Reprodução

O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Barbosa Cid, relatou à Polícia Federal sua participação em reuniões onde o tema de um golpe militar foi discutido, de acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira (21) por jornalistas de O Globo e UOL. Segundo o relato de Cid, Bolsonaro se reuniu com membros da Marinha e do Exército, onde detalhou uma “minuta de golpe” que incluía ilegalidades, como o afastamento de autoridades.

Essas informações foram fornecidas nos depoimentos que fundamentaram sua proposta de delação premiada, que foi validada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Durante o depoimento, Mauro Cid destacou que houve uma reunião após o segundo turno das eleições entre Bolsonaro e representantes da Marinha para tratar da proposta de golpe militar, que incluía um rascunho de decreto golpista. Além de militares, membros do chamado “gabinete do ódio” também estavam presentes.

Não foi confirmado se a minuta discutida na reunião é a mesma encontrada na residência do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. O documento em questão abordava várias ilegalidades, incluindo afastamentos de autoridades. Apesar do entusiasmo de representantes da Marinha, o Exército demonstrou relutância e o plano não avançou devido à falta de apoio.