Lady Gaga mantém nascimento da filha em segredo por três meses
Famosos
Lady Gaga mantém nascimento da filha em segredo por três meses
Fiscalização apreende 3,5 toneladas de produtos falsificados em outlet no Rio
Rio de Janeiro
Fiscalização apreende 3,5 toneladas de produtos falsificados em outlet no Rio
Festival Internacional do Circo é destaque na 1ª Semana de Arte do Rio
Entretenimento
Festival Internacional do Circo é destaque na 1ª Semana de Arte do Rio
Expo Noivas & Festas Rio 2026 chega ao Shopping Nova América
Rio de Janeiro
Expo Noivas & Festas Rio 2026 chega ao Shopping Nova América
Auditoria aponta que só cinco de 209 bolsistas atuavam em pesquisas da Pesagro-Rio
Estado
Auditoria aponta que só cinco de 209 bolsistas atuavam em pesquisas da Pesagro-Rio
Empresas afetadas por tarifaço e guerras já podem pedir crédito do Plano Brasil Soberano
Economia
Empresas afetadas por tarifaço e guerras já podem pedir crédito do Plano Brasil Soberano
Força Municipal completa seis meses com queda de 70% em roubos e furtos no Rio
Rio de Janeiro
Força Municipal completa seis meses com queda de 70% em roubos e furtos no Rio

Defensoria e MPF são contra internação compulsória no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução

A Defensoria Pública da União e o Ministério Público Federal no estado do Rio de Janeiro enviaram uma nota técnica contra a proposta de internação compulsória anunciada pela prefeitura do Rio de Janeiro, na última terça-feira (21).

Os órgãos destacam no documento encaminhado ao prefeito Eduardo Paes, que a internação compulsória é inconstitucional, “ninguém será privado de liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. Ora, a internação compulsória é a privação de liberdade sob o pretexto de submeter um sujeito a tratamento de saúde”, explicam em nota.

Para a Defensoria e o Ministério Público, a internação realizada para fins de tratamento de saúde precisa de uma “deliberação médica” e que a medida não pode ser imposta por agentes estatais.

“O Estado não pode continuar adotando estratégias de higienismo social, nem pode seguir reforçando mecanismos violadores de direitos humanos, a pretexto de promover tratamento em saúde mental. Medidas desta ordem violam tanto a ordem legal e constitucional interna, quanto tratados de direitos humanos dos quais o Brasil é parte”, conclui nota técnica.