Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Rio de Janeiro
Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Baixada Fluminense
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Brasil
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Rio de Janeiro
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Brasil
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Região Serrana
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Economia
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE

Justiça do Rio mantém licitação do Maracanã

Foto: Reprodução Internet

A Justiça do Estado do Rio de Janeiro negou, nesta segunda-feira (04), pedido de liminar feito pelo Consórcio Maracanã para Todos, liderado pelo Clube Vasco da Gama, para que a licitação para a administração do estádio do Maracanã fosse anulada. Com isso, o processo licitatório, liderado pelo Governo do Estado, continua. Nesta terça-feira (05), inclusive, haverá mais uma fase do certame, com a abertura dos envelopes e validação das propostas técnicas.

Em seu voto, o relator do processo, na Segunda Câmara de Direito Público, desembargador Eduardo Antônio Klausner, afastou qualquer ilegalidade na publicação do edital para a licitação. Além disso, afirmou que a ação do Vasco foi feita fora do prazo de 120 dias entre a publicação do edital e o pedido de liminar.

“Não antecipo qualquer ilegalidade na estrutura do edital, tendo em vista que a atribuição de peso maior à proposta técnica é compatível com o tipo “técnica e preço”, sendo plenamente possível que o vencedor não seja aquele que ofereceu o menor preço, ao contrário do que sugerido pelo impetrante”, destacou o desembargador.

O relator reconheceu ainda, acolhendo os argumentos da Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ), de que a suspensão da licitação “prolongará injustificadamente a exploração precária do Complexo Maracanã, em desacordo com o interesse público”.

O mandado de segurança apresentado pelo Vasco questionava a utilização de “critérios diferentes para a atribuição de pontuação na avaliação de técnica e preço”, o que geraria, de acordo com o pedido de liminar “um enorme descompasso entre as propostas”, colocando os proponentes em “situações de desigualdade”.

 

Contrato por 20 anos

A licitação contempla o contrato de concessão de gestão, exploração, operação e manutenção do Complexo do Maracanã, que inclui o Estádio Mário Filho e o Ginásio Gilberto Cardoso (Maracanãzinho) por 20 anos. O edital prevê que, até o fim da concessão, o vencedor faça investimentos de cerca de R$ 186 milhões.

A concorrência foi preparada com base no critério técnica e preço. O contrato será gerido pela Secretaria de Estado da Casa Civil, responsável pela fiscalização da execução dos serviços previstos.

Em fase posterior do processo, haverá a abertura dos envelopes com a proposta financeira. A classificação final deverá ser anunciada em meados de 2024.