Ouça agora

Ao vivo

Natal Brasilidade entra na reta final com shows de samba e pagode em Maricá
Destaque
Natal Brasilidade entra na reta final com shows de samba e pagode em Maricá
CBMERJ atua sem interrupção após incêndio atingir loja no subsolo do Shopping Tijuca
Destaque
CBMERJ atua sem interrupção após incêndio atingir loja no subsolo do Shopping Tijuca
Maricá FC vence na estreia da Copinha e Vasco também começa com triunfo
Destaque
Maricá FC vence na estreia da Copinha e Vasco também começa com triunfo
Rede municipal de Niterói inicia pré-matrícula do Ensino Fundamental para 2026
Destaque
Rede municipal de Niterói inicia pré-matrícula do Ensino Fundamental para 2026
Fluminense x Lanús: saiba como foi o jogo pela Copa Sul-Americana
Esportes
Fluminense x Lanús: saiba como foi o jogo pela Copa Sul-Americana
Presidente Lula discursa na abertura da Assembleia da ONU com defesa da soberania nacional
Destaque
Presidente Lula discursa na abertura da Assembleia da ONU com defesa da soberania nacional
Alerj escolhe mesa diretora nesta segunda com expectativa de poucas mudanças
Política
Alerj escolhe mesa diretora nesta segunda com expectativa de poucas mudanças

Brumadinho: 5 anos da maior tragédia humanitária do país

Ninguém foi condenado ainda pela morte de 270 pessoas
Foto: Reprodução

Há cinco anos, centenas de funcionários chegavam à Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, para iniciar mais um dia de trabalho. Eram engenheiros, técnicos administrativos, operadores e seguranças que atuavam numa mina do tamanho de 14 Maracanãs, de onde se extraía anualmente 8,5 milhões de minério de ferro, o que garantia lucros bilionários.

Eles não sabiam, porém, que a cerca de um quilômetro de distância, uma montanha de 86 metros com 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos, o equivalente a 400 mil caminhões pipa, estava em situação de risco.

O rompimento da barragem, que poderia ser evitado segundo as autoridades, se concretizou às 12h28 do dia 25 de janeiro de 2019 e se tornou a maior tragédia humanitária do Brasil, com 270 mortos, inclusive duas grávidas, e a contaminação de mais de 300 quilômetros do Rio Paraopeba, atingindo a população de 26 cidades.

Segundo a investigação sobre o caso, o risco que os funcionários desconheciam era algo sabido pelo alto escalão da Vale S.A, responsável pela mina, e da TÜV SÜD, subsidiária alemã que certificou a segurança da estrutura. Por isso, as duas empresas, além de 16 então diretores, foram denunciados pelo Ministério Público. Depois de cinco anos, entretanto, não houve qualquer condenação criminal.