STF bloqueia R$ 6 milhões de Eduardo Cunha por indicação de emendas
Destaque
STF bloqueia R$ 6 milhões de Eduardo Cunha por indicação de emendas
Inscrições para o Fies do segundo semestre começam na terça-feira
Brasil
Inscrições para o Fies do segundo semestre começam na terça-feira
Vôlei gratuito incentiva esporte e socialização em São Gonçalo
Esportes
Vôlei gratuito incentiva esporte e socialização em São Gonçalo
Douglas Ruas aposta no corpo a corpo e reforça base eleitoral em São Gonçalo
Política
Douglas Ruas aposta no corpo a corpo e reforça base eleitoral em São Gonçalo
Criminosos atacam policiais a tiros e incendiários bloqueiam rua em Duque de Caxias
Baixada Fluminense
Criminosos atacam policiais a tiros e incendiários bloqueiam rua em Duque de Caxias
Morre Sam Neill, astro de Jurassic Park , aos 78 anos
Entretenimento
Morre Sam Neill, astro de Jurassic Park , aos 78 anos
Projeto leva reciclagem para escolas e mobiliza alunos em Nova Iguaçu
Nova Iguaçu
Projeto leva reciclagem para escolas e mobiliza alunos em Nova Iguaçu

Réveillon de Paris causa polêmica por suposto excesso de celulares

Foto: Reprodução/redes sociais

Um vídeo chamou a atenção sobre o uso do celular. Isso porque os parisienses que compareceram à Avenida Champs Elysée para prestigiar a chegada do ano novo preferiram registrar a queima para publicação nas redes sociais do que curtir o momento. O excesso de quantidade de aparelhos chamou a atenção e até causou críticas sobre um possível abuso na utilização do celular no dia a dia.

A via, onde fica o tradicional e mundialmente conhecido Arco do Triunfo, é o local onde costuma se celebrar o ano novo. E poucas foram as pessoas que se abraçaram durante o romper do ano.

Veja o vídeo abaixo com o momento.

Vídeo: X/Reprodução.

A cena dividiu opiniões no X, ex-Twitter. Houve quem não achasse problema algum. Já outras internautas afirmaram ter sido excessivo não o registro em si, mas a vontade de gravar toda a queima de fogos. E houve quem comparou a cena com um episódio da série distópica Black Mirror, que retrata os efeitos nocivos da sociedade conectada.