STF bloqueia R$ 6 milhões de Eduardo Cunha por indicação de emendas
Destaque
STF bloqueia R$ 6 milhões de Eduardo Cunha por indicação de emendas
Inscrições para o Fies do segundo semestre começam na terça-feira
Brasil
Inscrições para o Fies do segundo semestre começam na terça-feira
Vôlei gratuito incentiva esporte e socialização em São Gonçalo
Esportes
Vôlei gratuito incentiva esporte e socialização em São Gonçalo
Douglas Ruas aposta no corpo a corpo e reforça base eleitoral em São Gonçalo
Política
Douglas Ruas aposta no corpo a corpo e reforça base eleitoral em São Gonçalo
Criminosos atacam policiais a tiros e incendiários bloqueiam rua em Duque de Caxias
Baixada Fluminense
Criminosos atacam policiais a tiros e incendiários bloqueiam rua em Duque de Caxias
Morre Sam Neill, astro de Jurassic Park , aos 78 anos
Entretenimento
Morre Sam Neill, astro de Jurassic Park , aos 78 anos
Projeto leva reciclagem para escolas e mobiliza alunos em Nova Iguaçu
Nova Iguaçu
Projeto leva reciclagem para escolas e mobiliza alunos em Nova Iguaçu

Sindicato dos Comerciários fiscalizam lojas neste feriado

O objetivo é verificar se está sendo cumprida a portaria do Ministério do Trabalho
Foto: Reprodução

O Sindicado dos Comerciários do Rio de Janeiro estará hoje (15), feriado da Proclamação da República, nas ruas fiscalizando as lojas, para verificar se está sendo cumprida a portaria do Ministério do Trabalho, que determina a proibição do funcionamento das lojas em feriados, sem antes notificar o sindicato e o pagamento taxas extras aos comerciários.

Em 2021, o Governo Federal havia assinado uma portaria autorizando a abertura, contrariando às convenções. Porém, a portaria foi derrubada pelo Ministério do Trabalho (MT), através da Portaria 3.665, que reafirmou que o trabalho nos feriados só pode ser autorizado por meio de acordo previsto na CCT (Convenção Coletiva de Trabalho).

Segundo o presidente do sindicado no RJ, Márcio Ayer, a fiscalização atua para garantia do direto dos trabalhadores.

“Entendemos que os feriados prejudicam as vendas, mas é preciso respeitar os direitos do trabalhador do comércio, que precisa de descanso como qualquer outra profissão. Tudo depende de uma comunicação aberta entre o comerciário e o sindicato na garantia de leis trabalhistas”, afirma.