Rodrigo Bacellar será transferido de presídio federal para unidade prisional no Rio de Janeiro
Estado
Rodrigo Bacellar será transferido de presídio federal para unidade prisional no Rio de Janeiro
Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Rio de Janeiro
Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Política
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Mundo
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Rio de Janeiro
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Baixada Fluminense
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne
Estado
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne

Homem suspeito de ser segurança de miliciano Zinho é assassinado no Rio

Imagem: Reprodução

Um homem suspeito de integrar a milícia do Zinho, maior do estado do Rio, foi morto com tiros de fuzil na Avenida Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, na noite desta última quinta-feira (21). Renan Ribeiro Viana, de 36 anos, é suspeito de ser um dos seguranças do miliciano.

Renan estava passando de carro na via, quando foi surpreendido por homens armados. Seu veículo foi alvo de disparos de armas de fogo, resultando na morte imediata de Renan no local.

Agentes da Polícia Militar, pertencentes ao 27º Batalhão de Polícia Militar (Santa Cruz), isolaram a área para permitir a investigação pericial conduzida pela Delegacia de Homicídios da Capital. Renan, também conhecido como “Renan Bomba”, possuía cinco registros criminais. Em 2015, ele já havia sido detido sob suspeita de atuar como segurança de Luis Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho. Naquela época, a milícia estava sob o comando de seu irmão, Carlos Alexandre da Silva Braga, mais conhecido como Carlinhos Três Pontes.

Carlos Alexandre acabou sendo morto em 2017 durante uma operação policial, e a liderança da maior milícia do Rio de Janeiro passou para as mãos de Wellington da Silva Braga, também conhecido como Ecko. Após a morte de Ecko, Zinho assumiu o comando do grupo e, atualmente, é considerado um dos criminosos mais procurados na cidade do Rio de Janeiro.