Rodrigo Bacellar será transferido de presídio federal para unidade prisional no Rio de Janeiro
Estado
Rodrigo Bacellar será transferido de presídio federal para unidade prisional no Rio de Janeiro
Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Rio de Janeiro
Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Política
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Mundo
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Rio de Janeiro
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Baixada Fluminense
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne
Estado
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne

URGENTE: Alexandre de Moraes é sorteado como relator do caso das joias de Bolsonaro no STF

Foto: Divulgação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado como o relator do caso da joias, que envolve diretamente o ex-presidente Bolsonaro e o seu ex-ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid.

Nas últimas horas, o Ministério Público Federal de São Paulo pediu à Justiça Federal de Guarulhos que o inquérito do caso fosse enviado ao STF. O pedido foi aceito e o relator já foi sorteado – no caso, Moraes.

Em nota, o MPF diz que “solicitou o envio dos casos ao STF, uma vez que as investigações em andamento na corte abarcam os fatos sob apuração em São Paulo. Essa requisição ainda aguarda uma decisão da Justiça”.

Parte do inquérito tramitava em Guarulhos, já que a apreensão de algumas das joias foi feita no aeroporto da cidade no momento em que uma comitiva do então Ministério de Minas e Energia Bento Albuquerque tentou entrar no Brasil sem passar pela Receita Federal em outubro de 2021.

As joias acabaram retidas pelo Fisco, que afirmou que o governo não havia cumprido com os procedimentos necessários para encaminhar as peças ao patrimônio da Presidência.

Por diversas vezes, o governo do ex-presidente tentou reaver as joias, mas não conseguiu. Além das peças apreendidas no aeroporto, Bolsonaro precisou devolver à União outras joias que teriam entrado ilegalmente no país e que deveriam ter sido incorporados ao acervo da União.

Joias e o Rolex recebidos por Jair Bolsonaro da Arábia Saudita. Foto: Reprodução

Na última sexta-feira (11), a Polícia Federal deflagrou uma operação contra aliados do ex-presidente que teriam tentado vender algumas dessas mesmas peças no exterior. Os mandados foram cumpridos em Brasília, São Paulo e Niterói (RJ), autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes.

Foram alvos da operação o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid; o pai dele, Mauro Cesar Lorena Cid; o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Osmar Crivelatti; o advogado Frederick Wassef, que já defendeu Bolsonaro e familiares.

O presidente da CPI do 8 de janeiro, o deputado Arthur Maia (União Brasil-BA) disse que não deve inserir nas apurações as investigações do — ao que tudo indica — contrabando.

“Não consigo enxergar nenhum nexo de causalidade nem de relação com o que aconteceu no dia 8 de janeiro e com um presente que eventualmente, não estou dizendo que isso aconteceu, o presidente teria recebido, e que ao invés de declarar, tomou como pessoal”, alegou Maia.

A relatora da CPI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), afirmou que vai insistir na inclusão do caso na comissão. “Uma das buscas da CPI é entender quem financiou os atos antidemocráticos”, afirmou.