O corpo do jornalista e escritor Zuenir Ventura, que morreu aos 95 anos nesta terça-feira (22), é velado na manhã desta quarta-feira (23) na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro. Zuenir era membro da marcada pela cobertura de acontecimentos políticos e pela abordagem de importantes questões sociais brasileiras. Entre seus trabalhos mais conhecidos instituição desde 2001.
O corpo chegou à sede da ABL pouco depois das 10h, acompanhado por familiares. Antes da entrada da imprensa, parentes tiveram um momento reservado para a despedida.
Com mais de seis décadas dedicadas ao jornalismo, Zuenir Ventura construiu uma trajetória marcada pela cobertura de acontecimentos políticos e pela abordagem de importantes questões sociais brasileiras. Entre seus trabalhos mais conhecidos está o livro 1968: O Ano que Não Terminou, publicado em 1988.
Zuenir deixa a mulher, Mary Ventura, e dois filhos: o jornalista Mauro Ventura e a editora Elisa Ventura.
O enterro está previsto para a tarde desta quarta-feira, no mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio.
Amigos, colegas e instituições prestaram homenagens ao jornalista. Coroas de flores foram enviadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo prefeito em exercício do Rio, Eduardo Cavaliere, por colegas de redação do jornal O Globo e por editores da Companhia das Letras.
Ao longo da carreira, Zuenir Ventura se destacou como repórter, cronista e escritor, tornando-se uma referência do jornalismo brasileiro e da cobertura de momentos importantes da história recente do país.






