Areia escura invade trecho da Praia de Copacabana após chuva no Rio
Rio de Janeiro
Areia escura invade trecho da Praia de Copacabana após chuva no Rio
Linha Vermelha ganha monitoramento inteligente na divisa entre Rio e Duque de Caxias
Estado
Linha Vermelha ganha monitoramento inteligente na divisa entre Rio e Duque de Caxias
Caiado é internado em São Paulo para tratar faringite aguda
Geral
Caiado é internado em São Paulo para tratar faringite aguda
Planos de saúde terão que cobrir mamografia digital para todas as idades
Saúde
Planos de saúde terão que cobrir mamografia digital para todas as idades
Isenção da taxa das blusinhas para compras de até US$ 50 é sancionada
Brasil
Isenção da taxa das blusinhas para compras de até US$ 50 é sancionada
Rio de Janeiro registra menor taxa de analfabetismo da série histórica
Estado
Rio de Janeiro registra menor taxa de analfabetismo da série histórica
Prefab Future: Flávio amplia vantagem, Ruas cresce e Benedita lidera disputa ao Senado no Rio
Política
Prefab Future: Flávio amplia vantagem, Ruas cresce e Benedita lidera disputa ao Senado no Rio

Venda de imóveis cresce na Zona Sul e no Centro

Imagem: Reprodução

A preferência dos bairros escolhidos pelos cariocas para morar tem passado por mudanças significativas. Embora Ipanema e Leblon continuem liderando o ranking de imóveis de alto padrão, as regiões de Copacabana, Botafogo e Centro têm despontado no gosto dos futuros compradores em geral. Essa tendência indica novos rumos para o mercado imobiliário da capital fluminense.

Essas mudanças foram apontadas por um levantamento realizado pelo Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Sindicato da Habitação (Secovi Rio) e pela ASB Soluções Imobiliárias. O estudo baseou-se em dados oficiais do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) da prefeitura, fornecendo uma perspectiva sólida sobre o mercado.

Apesar do crescimento percentual mais significativo nas vendas em Copacabana, com crescimento de 120%, a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, ainda lidera em valores absolutos de imóveis vendidos. Isso se deve à sua grande dimensão geográfica e à quantidade de condomínios de grande porte.

Especialistas indicam que esse cenário reflete um movimento de ocupação dos bairros mais consolidados do Rio, que oferecem infraestrutura, comércio e transporte, além de custo-benefício atraente para os compradores. O projeto do novo Plano Diretor da Cidade, em discussão na Câmara de Vereadores, também contribui para essa tendência, favorecendo a ocupação de bairros já estabelecidos.

Um aplicativo chamado RioM² mostra a discrepância de preços entre os diversos bairros. O metro quadrado na Avenida Delfim Moreira, a localização mais cara da cidade, custa quase 156 vezes mais do que em Ricardo de Albuquerque, no subúrbio, por exemplo.

Além disso, o Programa Reviver Centro teve um impacto significativo na ocupação residencial da região central do Rio. O número de apartamentos vendidos no Porto Maravilha e no Centro teve um aumento impressionante em relação aos anos anteriores. A transformação de salas comerciais em apartamentos também tem sido observada nessa área.

Essas mudanças no mercado imobiliário do Rio de Janeiro refletem a busca por opções mais acessíveis e com boa infraestrutura, o que está impulsionando novos investimentos e movimentando a cidade.