Brasil mantém 72ª posição em ranking global de igualdade de gênero
Brasil
Brasil mantém 72ª posição em ranking global de igualdade de gênero
Eleitor deve ativar e-Título até 3 de outubro para votar nas eleições de 2026
Brasil
Eleitor deve ativar e-Título até 3 de outubro para votar nas eleições de 2026
Peças sacras furtadas de igrejas do Rio estão entre bens procurados pelo Iphan
Rio de Janeiro
Peças sacras furtadas de igrejas do Rio estão entre bens procurados pelo Iphan
Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Rio de Janeiro
Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Política
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio de Janeiro
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas
Rio de Janeiro
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas

STF forma maioria parcial para anular absolvição no caso Mariana Ferrer

Três ministros já votaram pela anulação do processo e defendem novo julgamento na Justiça de Santa Catarina

O Supremo Tribunal Federal (STF) já soma três votos favoráveis à anulação do processo que absolveu o empresário André de Camargo Aranha da acusação de estupro contra a influenciadora digital Mariana Ferrer. Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Nunes Marques votaram para que o caso seja reavaliado pela Justiça de Santa Catarina.

Mariana Ferrer acusa o empresário de tê-la dopado e abusado sexualmente durante uma festa em Florianópolis, em 2018. Em 2020, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina absolveu o réu após o Ministério Público mudar seu posicionamento e alegar falta de provas.

No recurso analisado pelo STF, a defesa da influenciadora argumenta que houve irregularidades durante a audiência de instrução, marcada por episódios considerados humilhantes e amplamente repercutidos nas redes sociais.

Relator do caso, Alexandre de Moraes afirmou que Mariana foi vítima de revitimização e teve seus direitos fundamentais desrespeitados. Para o ministro, a condução da audiência comprometeu a validade do depoimento da vítima, tornando o processo nulo.

Se a maioria for confirmada, o caso deverá voltar à Justiça catarinense para um novo julgamento. O julgamento no STF continua e ainda faltam os votos de sete ministros.