Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Rio de Janeiro
Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Política
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Mundo
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Rio de Janeiro
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Baixada Fluminense
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne
Estado
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne
Bullying e ameaças motivadas por divergências políticas atingem estudantes em escolas e universidades
Destaque
Bullying e ameaças motivadas por divergências políticas atingem estudantes em escolas e universidades

Sancionada lei que proíbe atendimento desigual entre pacientes do SUS e particulares em hospitais

Foto: Reprodução

O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), sancionou a Lei 10.648, que proíbe a separação de salas de espera e recepções em hospitais que atendem tanto pacientes do SUS quanto de planos de saúde. A medida foi publicada no Diário Oficial do estado nesta segunda-feira (30).

A nova legislação, segundo o autor, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar (União), tem como objetivo garantir tratamento igualitário e evitar qualquer forma de discriminação entre os pacientes.

“A lei sancionada pelo governador reforça que não cabe tratamento desigual, até porque qualquer diferenciação pode criar constrangimento, além de ser uma forma de discriminação. Se o hospital atende pacientes do SUS, a atenção deve ser a mesma para todos os pacientes”, argumenta o deputado.

Com a sanção da lei, todos os novos contratos entre hospitais conveniados e o governo ou prefeituras deverão incluir uma cláusula que proíbe a separação das áreas de recepção e espera.

Já os contratos existentes terão até um ano para serem ajustados, com os hospitais tendo o mesmo prazo para adaptar suas estruturas às novas exigências.