Governo cobra R$ 1 bilhão de 17 bets por danos ligados ao vício em apostas
Brasil
Governo cobra R$ 1 bilhão de 17 bets por danos ligados ao vício em apostas
Morre Arilson Cantanhede, embaixador e repórter do Rio Carnaval
Carnaval
Morre Arilson Cantanhede, embaixador e repórter do Rio Carnaval
Pesquisa aponta 60% de indecisos na disputa pelo governo do Rio
Política
Pesquisa aponta 60% de indecisos na disputa pelo governo do Rio
Prédio é interditado após risco de desabamento na Muzema
Rio de Janeiro
Prédio é interditado após risco de desabamento na Muzema
Governo reforça fiscalização para conter alta dos combustíveis
Brasil
Governo reforça fiscalização para conter alta dos combustíveis
Lula não deve comparecer a debate na TV Globo, afirma presidente do PT
Brasil
Lula não deve comparecer a debate na TV Globo, afirma presidente do PT
Nova Iguaçu reforça tapa-buraco após chuvas de setembro
Nova Iguaçu
Nova Iguaçu reforça tapa-buraco após chuvas de setembro

Rede Brasileira de Mulheres Cientistas lança campanha #AssédioZero

Foto: Divulgação

A Rede Brasileira de Mulheres Cientistas (RBMC) lança nesta semana a campanha nacional #AssédioZero, com o objetivo de estimular o debate sobre a cultura do assédio que atinge mulheres nos espaços universitários. Entre as atividades programadas, a organização realizará uma série de lives com pesquisadoras convidadas para abordar o tema sob diferentes perspectivas.

A primeira live da campanha #AssédioZero ocorre nesta terça-feira (27), às 19h30, com transmissão no perfil oficial da RBMC no Instagram. Após essa, outras serão realizadas. Serão realizadas uma série de lives mensais para abordar o tema do assédio nas universidades a partir de diferentes enfoques, como a relação entre racismo e sexismo no assédio contra mulheres negras, as formas de acolhimento, os espaços de denúncia, os desafios jurídicos e as iniciativas bem-sucedidas de combate ao problema.

A Rede Brasileira de Mulheres Cientistas surgiu em 23 de abril de 2021, como um projeto para desenvolver estratégias de ação no contexto da pandemia de Covid-19. Cerca de 4 mil pesquisadoras de todas as regiões do Brasil assinaram a Carta em defesa da Rede criada. Em dois anos de atuação, a RBMC vem promovendo debates e articulando projetos que reduzam o índice de assédio em ambientes acadêmicos.