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Quais times o Fluminense já enfrentou nas oitavas de final da Libertadores

Sorteio dos confrontos mata-mata da atual edição será nesta quarta-feira, a partir das 13h
Foto: Nathalia Aguilar

Chegou a hora de conhecer o adversário do Fluminense nas oitavas de final da Libertadores. A Conmebol vai sortear na tarde desta quarta-feira, a partir das 13h (de Brasília), os confrontos que vão abrir o mata-mata da competição em 2023. Classificado em primeiro no Grupo D, o Tricolor está no pote 1 e pegará algum dos oito times do pote 2, que são: Flamengo, Nacional-URU, Bolívar, River Plate, Argentinos Juniors, Deportivo Pereira, Atlético-MG e Atlético Nacional.

Para esquentar o sorteio, relembre todos os adversários que o Fluminense já enfrentou nesta fase da Libertadores. Nas outras oito vezes em que participou do torneio, o Tricolor chegou ao menos nas oitavas de final em cinco ocasiões. A maioria dos oponentes foram estrangeiros, mas uma única vez enfrentou um brasileiro.

2008: Atlético Nacional

Na primeira vez que chegou às oitavas não havia sorteio. Os confrontos eram definidos pelas campanhas na fase de grupos: o melhor primeiro pegava o pior segundo, e assim sucessivamente. O Fluminense fez a melhor campanha geral, com 13 pontos, e pegou o Atlético Nacional, da Colômbia, que se classificou com apenas oito pontos. O Tricolor venceu o jogo de ida, em Medellín, por 2 a 1 e na volta no Maracanã levou alguns sustos, mas ganhou por 1 a 0 com gol de Roger Machado.

2011: Libertad

O Fluminense voltou à Libertadores em 2011 como o campeão brasileiro do ano anterior, mas foi mal na fase de grupos e se classificou com um milagre, mas com apenas oito pontos. Foi a segunda pior campanha, que o fez enfrentar nas oitavas de final o Libertad, do Paraguai, que fez 14 pontos. Jogando a primeira em casa, o Tricolor venceu por 3 a 1 e poderia até perder por um gol de diferença para se classificar em Assunção, mas o time sucumbiu, levou 3 a 0 e acabou eliminado.

2012: Internacional

No ano seguinte, estava lá o Fluminense novamente nas oitavas. E com a melhor campanha geral da fase de grupos, com 15 pontos, para enfrentar o Internacional, que foi o pior segundo colocado com oito pontos. No jogo de ida no Beira-Rio, o Tricolor segurou o empate em 0 a 0 e deixou a decisão em aberto para o Nilton Santos (na época ainda chamado de Engenhão). Começou levando um susto: o Inter abriu o placar. Leandro Euzébio empatou dois minutos depois, só que o empate com gols dava a vaga ao Colorado (ainda tinha o gol qualificado fora de casa na época). Mas Fred garantiu a virada.

2013: Emelec

No ano seguinte, o Fluminense voltou a classificar em primeiro na fase de grupos, com 11 pontos, e foi a vez de cruzar o caminho do Emelec, do Equador, que avançou como o terceiro melhor segundo colocado com 10 pontos. No primeiro jogo em Guayaquil, o Tricolor perdeu por 2 a 1, mas precisava de uma vitória simples por 1 a 0 no Rio para avançar pelo gol qualificado. Jogando em São Januário, o time sofreu, mas venceu por 2 a 0 na volta do ídolo Fred, que se recuperou de lesão e fez um gol.

2021: Cerro Porteño

O Fluminense só voltou a disputar a Libertadores oito anos depois, e em 2021 chegou às oitavas de final novamente. Desta vez já era sorteio para definir os confrontos, e o Tricolor, que classificou em primeiro lugar com 11 pontos, pegou o Cerro Porteño, que havia passado em segundo com 10 pontos. Jogando sem público em função da pandemia da Covid-19, o jogo de ida em Assunção já encaminhou a classificação do Flu, que venceu por 2 a 0. Na volta, em um Maracanã com portões fechados, sofreu vários sustos, mas ganhou por 1 a 0 com gol de Fred.