Brasil mantém 72ª posição em ranking global de igualdade de gênero
Brasil
Brasil mantém 72ª posição em ranking global de igualdade de gênero
Eleitor deve ativar e-Título até 3 de outubro para votar nas eleições de 2026
Brasil
Eleitor deve ativar e-Título até 3 de outubro para votar nas eleições de 2026
Peças sacras furtadas de igrejas do Rio estão entre bens procurados pelo Iphan
Rio de Janeiro
Peças sacras furtadas de igrejas do Rio estão entre bens procurados pelo Iphan
Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Rio de Janeiro
Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Política
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio de Janeiro
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas
Rio de Janeiro
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas

Prefeito sanciona lei que cria no calendário do Rio data em memória às vítimas da Chacina da Candelária

Foto: Reprodução

O prefeito Eduardo Paes sancionou a lei que torna 23 de julho, o Dia em Memória às Vítimas da Chacina da Candelária. A iniciativa é das vereadoras Teresa Bergher e Monica Cunha. A sanção foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira.

Em sua justificativa, as parlamentares lembram que na noite de 23 de julho de 1993, pouco antes da meia-noite, dois veículos com placas cobertas pararam em frente à Igreja da Candelária. no Centro. Em seguida, os ocupantes atiraram contra dezenas de pessoas, a maioria adolescentes, que estavam dormindo nas proximidades da igreja. Como resultado, seis menores e dois maiores morreram e várias crianças e adolescentes ficaram feridos.

O motivo da chacina seria a vingança contra o apedrejamento de uma viatura pelos menores, no dia anterior. Um guardador de carros que tomou quatro tiros e sobreviveu se tornou a única testemunha da tragédia, que ficou conhecida como “Chacina da Candelária” e ganhou repercussão internacional.

À época, 72 crianças e jovens viviam nos arredores da Candelária. Os mortos tinham idades entre 11 a 19 anos. Contudo, ao longo de três décadas, meninos sumiram ou morreram de forma violenta. Atualmente, na região há poucos moradores de rua, todos adultos.

Passados três décadas, três PMs receberam penas superiores a 200 anos, mas eles foram beneficiados por indultos. Um ex-policial morreu ainda no trâmite do processo.