Ouça agora

Ao vivo

Putin faz exigências para “negociar a paz” com a Ucrânia após encontro do G7
Mundo
Putin faz exigências para “negociar a paz” com a Ucrânia após encontro do G7
Justiça considera ilegal greve dos educadores de Macaé
Norte Fluminense
Justiça considera ilegal greve dos educadores de Macaé
Governo do estado cria Observatório do Feminicídio
Estado
Governo do estado cria Observatório do Feminicídio
Polícia Militar expande programas de polícia de proximidade na zona sul
Rio de Janeiro
Polícia Militar expande programas de polícia de proximidade na zona sul
Prédio no Centro Histórico de Petrópolis é destruído por incêndio
Região Serrana
Prédio no Centro Histórico de Petrópolis é destruído por incêndio
Termina hoje prazo para inscrição no Enem
Destaque
Termina hoje prazo para inscrição no Enem
RS receberá caravana do governo para garantir acesso a benefícios
Política
RS receberá caravana do governo para garantir acesso a benefícios

Ondas de vandalismo contra lixeiras públicas, causam prejuízos e preocupação no Rio

O prejuízo anual chega próximo a R$1 milhão para a Prefeitura
Imagem: Reprodução

Vândalos e criminosos têm atacado as lixeiras de rua, conhecidas como “laranjinhas”, em diversas regiões da capital, ignorando as fronteiras da cidade. Esses equipamentos públicos destinados à limpeza urbana têm sido furtados, queimados, quebrados ou danificados de várias formas. Recentemente, na madrugada da última sexta-feira (21), 67 lixeiras foram furtadas em oito quilômetros da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio de Janeiro. As ações criminosas foram registradas pelas câmeras de segurança do Centro de Operações Rio (COR), mostrando bandidos desembarcando de uma Kombi, sem placa dianteira, e furtando as lixeiras em pontos como as avenidas Epitácio Pessoa e Borges de Medeiros.

Outros incidentes ocorreram em diferentes bairros da cidade. No Largo do Machado, também na Zona Sul, sete lixeiras foram vandalizadas e destruídas entre a noite da última quarta-feira (19) e a madrugada de quinta-feira (20). Nas Zonas Norte e Sul, mais duas “laranjinhas” foram vandalizadas em uma mesma noite, uma em São Cristóvão e outra na Vila Isabel. Além disso, em Copacabana, uma das lixeiras da Rua Constante Ramos foi furtada na sexta-feira (21). Todos os equipamentos danificados ou furtados foram repostos pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), cujo presidente, Flávio Lopes, criticou a ação dos vândalos e criminosos por prejudicar a cidade e a população.

Segundo informações da Comlurb, a cidade possui aproximadamente 45 mil lixeiras instaladas, e em média, entre 500 a 600 unidades são furtadas ou vandalizadas mensalmente, totalizando quase seis mil lixeiras por ano. A Prefeitura gasta quase R$ 1 milhão anualmente para repor os equipamentos, com base nos valores da última compra, quando cada unidade foi adquirida por R$ 149,77. Somente em 2022, foram colocadas 5.584 peças na cidade. A situação tem gerado prejuízos significativos e levantado preocupações com a segurança e limpeza urbana no Rio de Janeiro.