Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Brasil
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Região Serrana
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Economia
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Rio tem setembro chuvoso e pode ter maior volume dos últimos 30 anos
Rio de Janeiro
Rio tem setembro chuvoso e pode ter maior volume dos últimos 30 anos
Metade da verba pública para deputado federal fica com apenas 7% dos candidatos
Política
Metade da verba pública para deputado federal fica com apenas 7% dos candidatos
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 102 milhões no próximo sorteio
Brasil
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 102 milhões no próximo sorteio
Fafá de Belém abre Festival de Teatro Amir Haddad com show gratuito nos Arcos da Lapa
Entretenimento
Fafá de Belém abre Festival de Teatro Amir Haddad com show gratuito nos Arcos da Lapa

Na véspera da eleição americana, Kamala e Trump disputam voto a voto

Foto: Reprodução

Amanhã milhões de americanos irão às urnas escolher o próximo presidente. Os candidatos Kamala Harris e Donald Trump disputam voto a voto nos chamados estados-pêndulo, aqueles que, tradicionalmente, não apresentam uma preferência por republicanos ou democratas, como ocorre no restante do país. Uma pesquisa publicada neste domingo pelo New York Times, em parceria com o Siena College, mostra Kamala ligeiramente à frente em Nevada, Carolina do Norte e Wisconsin. Trump, por sua vez, lidera no Arizona. Os dois aparecem empatados em Michigan, Geórgia e Pensilvânia. Os resultados nos sete campos de batalha, porém, estão dentro ou muito próximos da margem de erro de 3,5 pontos percentuais.

Os estados-pêndulo correspondem a 93 dos 538 delegados em disputa. Para vencer, é preciso obter 270 delegados, isto é, maioria simples do total. Kamala já tem apoio de 226, ante 219 de Trump. A pesquisa Exame/Ideia realizada na Pensilvânia, mais importante dos sete estados pelos seus 19 delegados, mostra empate – cada um deles soma 48% dos votos. No sistema eleitoral americano, a votação é indireta. Assim, o voto popular não escolhe o novo presidente, mas sim o Colégio Eleitoral. O candidato que vence em um estado conquista todos os votos dos delegados daquele local no Colégio Eleitoral. Assim, a disputa presidencial é feita estado a estado. (Exame)

Em Iowa, a candidata democrata ultrapassou o republicano na pesquisa Des Moines Register/Mediacom Iowa divulgada no sábado, com o apoio das mulheres sendo o principal fator para a mudança em um local que Trump venceu facilmente em 2016 e 2020. A pesquisa, realizada com 808 prováveis eleitores, mostra Kamala à frente de Trump por 47% a 44%.

Neste último dia de campanha, Kamala passará o dia na Pensilvânia. Visitará áreas da classe trabalhadora e, à noite, fará um comício na Filadélfia com Lady Gaga e Oprah Winfrey. Trump planeja quatro comícios em três estados, começando em Raleigh, Carolina do Norte, e parando duas vezes na Pensilvânia, com eventos em Reading e Pittsburgh. O ex-presidente encerra sua campanha em Grand Rapids, Michigan.

No fim de semana, a democrata surpreendeu o público ao aparecer no programa Saturday Night Live imitando a versão de Maya Rudolph em um espelho duplo na abertura. “É ótimo te ver, Kamala”, disse a vice-presidente a Rudolph, exibindo um sorriso largo que manteve durante todo o esquete, que teve trocadilhos com o nome da candidata. A atriz e comediante interpreta Kamala desde 2019 e arranca elogios inclusive da própria. Após a participação no programa ao vivo, Kamala voou para o Michigan. (The Guardian)

Já o republicano participou neste domingo de um comício em Lititz, Pensilvânia. Ele abriu o comício com a pergunta: “Você gosta mais de agora ou de quatro anos atrás?”, indagou, antes de mergulhar em temas como imigração e economia. (CNN Brasil)

O presidente Lula declarou publicamente sua preferência por Kamala. Em entrevista ao canal de TV francês TF1, ele afirmou que a vitória da atual vice-presidente é a “opção mais segura para o fortalecimento da democracia nos EUA”.