Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Brasil
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Região Serrana
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Economia
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Rio tem setembro chuvoso e pode ter maior volume dos últimos 30 anos
Rio de Janeiro
Rio tem setembro chuvoso e pode ter maior volume dos últimos 30 anos
Metade da verba pública para deputado federal fica com apenas 7% dos candidatos
Política
Metade da verba pública para deputado federal fica com apenas 7% dos candidatos
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 102 milhões no próximo sorteio
Brasil
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 102 milhões no próximo sorteio
Fafá de Belém abre Festival de Teatro Amir Haddad com show gratuito nos Arcos da Lapa
Entretenimento
Fafá de Belém abre Festival de Teatro Amir Haddad com show gratuito nos Arcos da Lapa

Moraes será o relator da investigação do caso Marielle no STF

Foto: Reprodução Internet

As investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista Anderson Gomes, mortos a tiros há 6 anos, chegaram ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O caso foi enviado ao STF pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ) após ser identificado o suposto envolvimento de pessoa com foro privilegiado no Supremo.

Foro privilegiado é o termo que designa o fato de que algumas autoridades são julgadas diretamente pelo STF. São elas: presidente, vice-presidente, ministros de Estado, senadores, deputados federais, integrantes dos tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e embaixadores.

A apuração corre em sigilo e não há detalhes de quem seria a pessoa com foro citada nas investigações. O relator do caso no STF é o ministro Alexandre de Moraes. Ele foi sorteado entre os cinco ministros da 1ª Turma.

A Polícia Federal afirma que a corporação continua concentrada na investigação sobre o mandante do assassinato.

Seis anos depois, estão presos: Ronie Lessa, Élcio de Queiroz, Maxwell Simões Corrêa e Edilson Barbosa dos Santos.

Ronie Lessa e Élcio são acusados de terem executado o crime. Segundo as investigações, Maxwell participou do plano do assassinato e monitorou a rotina da vereadora, além de ter ajudado Ronnie e Élcio no desmanche do carro usado no crime e do sumiço das cápsulas da munição.