Tia Surica é homenageada com Medalha Chiquinha Gonzaga no Rio
Política
Tia Surica é homenageada com Medalha Chiquinha Gonzaga no Rio
Quaest: 60% dos eleitores do Rio ainda estão indecisos para governador
Política
Quaest: 60% dos eleitores do Rio ainda estão indecisos para governador
Quaest mostra 36% de aprovação para Ricardo Couto no Rio
Política
Quaest mostra 36% de aprovação para Ricardo Couto no Rio
Quaest: Flávio está com 37% e Lula com 30% das intenções de voto no Rio
Estado
Quaest: Flávio está com 37% e Lula com 30% das intenções de voto no Rio
INSS abre mais de 1,1 mil vagas para perícias e avaliações no Rio
Estado
INSS abre mais de 1,1 mil vagas para perícias e avaliações no Rio
Quaest registra Benedita na liderança e empate técnico entre Jordy e Portinho na disputa pelo Senado
Política
Quaest registra Benedita na liderança e empate técnico entre Jordy e Portinho na disputa pelo Senado
STF mantém Ficha Limpa para condenações antigas por homicídio e crime sexual
Política
STF mantém Ficha Limpa para condenações antigas por homicídio e crime sexual

Moraes diz que Ramagem usou Abin para espionagem ilegal a favor da família Bolsonaro

Foto: Reprodução Internet

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes retirou, nesta quinta-feira (25), o sigilo da decisão que autorizou a operação da Polícia Federal para apurar suposta espionagem ilegal pela Agência de Inteligência (Abin) durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na decisão que autorizou a operação, Moraes diz que o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, usou o órgão para fazer espionagem ilegal a favor da família do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre autoridades espionadas estavam a ex-deputada Joice Hasselmann, o ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação, Camilo Santana (PT) e o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia.

Também na decisão, Alexandre de Moraes diz ter ficado clara a “instrumentalização” da Abin para monitoramento de uma promotora de justiça que atuava na investigação das mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ambos assassinados em 2018.

Na decisão judicial, Moraes afirma que a “alta gestão” da Abin naquele momento – “especificamente Alexandre Ramagem e Carlos Afonso” – “interferiu nas apurações disciplinares para que não fosse divulgada a instrumentalização da Abin”.

Carlos Afonso Gonçalves Gomes Coelho, citado por Moraes, era secretário de Planejamento e Gestão da Abin na gestão Ramagem.

A decisão de Moraes afirma ainda que, segundo a PF, foram encontrados diálogos entre ex-servidores da Abin sobre “ações de inteligência” de ataques às urnas eletrônicas e ao processo eleitoral. A decisão, no entanto, não traz detalhes sobre como foram essas ações.