Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Rio de Janeiro
Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Baixada Fluminense
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Brasil
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Rio de Janeiro
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Brasil
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Região Serrana
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Economia
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE

Ministro da Justiça anuncia homologação de delação de Ronnie Lessa no caso Marielle

Foto: Reprodução Internet

Em um rápido pronunciamento, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, anunciou nesta terça-feira (19), que a delação premiada de Ronnie Lessa foi homologada.

Ronnie Lessa é um ex-policial militar que está preso e é réu acusado de executar a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, em março de 2018.

Como delator, Lessa deverá colaborar com as investigações e ajudar a esclarecer quem mandou matar Marielle, e por qual motivo.

Lewandowski disse que o caso está perto de ser esclarecido. A polícia investiga quem são os mandantes da morte de Marielle. Segundo o ministro, após a homologação da delação, a conclusão do caso será “breve”.

“Nós sabemos que esta colaboração premiada, que é um meio de obtenção de provas, traz elementos importantíssimos que nos levam a crer que em breve teremos a solução do assassinato da vereadora Marielle Franco”, afirmou o ministro da Justiça.

A investigação foi iniciada pela Polícia Civil do RJ. Em 2023, a PF entrou no caso. Recentemente, foi anunciado que o inquérito foi remetido ao STF por envolver alguma autoridade com foro.

 

Sobre o caso

A vereadora e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros no Rio de Janeiro em março de 2018.

Seis anos depois, já se sabe quem atirou, mas o mandante e a motivação do atentado seguem desconhecidos.

Quatro pessoas foram presas. Ronnie Lessa (atirador), Élcio de Queiroz (motorista do carro), Maxwell Simões (ajudou a sumir com as armas usadas) e Edilson Barbosa (desmanchou o carro).

A investigação foi iniciada pela Polícia Civil do RJ. Em 2023, a PF entrou no caso. Recentemente, foi anunciado que o inquérito foi remetido ao STF por envolver alguma autoridade com foro.