Artista Rodrigo Cass morre aos 43 anos após afogamento em Copacabana
Rio de Janeiro
Artista Rodrigo Cass morre aos 43 anos após afogamento em Copacabana
Ricardo Couto afirma que Rio saiu do vermelho e prevê R$ 5 bilhões em caixa
Estado
Ricardo Couto afirma que Rio saiu do vermelho e prevê R$ 5 bilhões em caixa
SUS vai oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
Saúde
SUS vai oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
Fim de semana terá tempo firme e ventos fortes no estado do Rio
Estado
Fim de semana terá tempo firme e ventos fortes no estado do Rio
Candidatos das Eleições 2026 passam a ter proteção contra prisão a partir deste sábado
Política
Candidatos das Eleições 2026 passam a ter proteção contra prisão a partir deste sábado
STJ mantém condenação de Flordelis a 50 anos de prisão pela morte de Anderson do Carmo
Rio de Janeiro
STJ mantém condenação de Flordelis a 50 anos de prisão pela morte de Anderson do Carmo
Caminhão capota e cai no canal do Rio Maracanã na Tijuca
Rio de Janeiro
Caminhão capota e cai no canal do Rio Maracanã na Tijuca

Ministério da Defesa quer proibir militares na política

Foto: Agência Brasil

O Ministério da Defesa tem pressa em aprovar, ainda em agosto, um texto no Congresso, proibindo militares da ativa de se candidatarem às eleições e de participarem de cargos na administração pública federal.

O governo chegou a elaborar um texto próprio sobre o tema, mas por sugestão do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, agora tenta articular em conjunto, para aprovar o projeto dentro de uma proposta que já esteja em tramitação no Congresso.

Por enquanto, a melhor opção é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da deputada Perpétua Almeida, do PC do B do Acre, que está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O projeto veda militares em cargos da administração pública federal, mas ainda não contém previsões sobre eleições.

Procurada, a deputada prevê que o texto terá uma negociação árdua no Congresso.

Hoje, militares da ativa são proibidos de se filiar a partidos políticos, mas têm conseguido se candidatar às eleições pedindo licenças temporárias do serviço. O governo quer evitar esse tipo de situação.