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Mata Atlântica Fluminense ganha edital que prevê R$ 25 milhões em projetos de recuperação

Os projetos deverão ser executados em algum dos seguintes municípios: Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Itaboraí, Magé, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo e Tanguá.
Foto: Reprodução

O Programa Florestas do Amanhã, da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro (Seas-RJ), está com edital aberto para projetos de recuperação da Mata Atlântica fluminense. Para isso, serão destinados R$ 25 milhões. O prazo de inscrições das propostas termina às 18h do próximo dia 31 de julho, com base no horário do Distrito Federal cujo fuso horário é o mesmo do estado do Rio de Janeiro.

Podem participar do processo seletivo associações civis, fundações, movimentos, federações, cooperativas etc. Será possível tirar dúvidas acerca até o próximo dia 26 de julho. Saiba todos os detalhes e se inscreva aqui.

Os projetos selecionados deverão ser executados em até 48 meses na Região Hidrográfica V, que é formada pelos municípios de Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Itaboraí, Magé, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo e Tanguá. Podem se inscrever os projetos com mínimo de dois anos de atuação legal e que se proponham a restaurar uma área mínima de 50 hectares.

A proposta do Florestas do Amanhã é restaurar uma área de 600 hectares de vegetação nativa do bioma que cobre o estado fluminense.

Os recursos que vão financiar os projetos são oriundos do Fundo da Mata Atlântica (FMA), por meio de um termo de ajustamento de conduta do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Como medida de compensação ambiental, o governo do estado do Rio de se comprometeu a recuperar uma área de 5.005,8 hectares da Região Hidrográfica V. O gestor operacional da verba é o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), uma organização sem fins lucrativos.

“O Governo do Estado tem como meta aumentar em 10% a cobertura de Mata Atlântica, passando de 30% para 40% no Rio de Janeiro até 2050, o que representa mais de 440 mil hectares restaurados. Esse aumento tem um potencial de absorção de mais de 159 milhões de toneladas de CO2. A Mata Atlântica é um dos biomas mais importantes do mundo e é composto por diferentes formações de vegetais e ecossistemas associados, que se destacam por sua grande biodiversidade”, explicou a Seas-RJ.