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Lula fica em 5º lugar em ranking de presidentes da América Latina

Pesquisa da CB Global Data traz o panorama de aprovação dos líderes da região em agosto

Foto: Presidência da República

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu para 51,9% de aprovação popular e manteve o 5º lugar no ranking de popularidade dos chefes de Estado da América Latina, segundo levantamento da consultoria CB Global Data relativo a agosto. Na comparação com julho, quando registrava 50,6%, Lula avançou 1,3 ponto percentual na imagem positiva e viu sua taxa de desaprovação recuar de 47,1% para 46,1%, sustentando um saldo favorável perante o eleitorado.

O bom desempenho do presidente brasileiro o coloca no seleto grupo dos seis mais bem avaliados do continente. A liderança geral da pesquisa permanece com Nayib Bukele, de El Salvador, que soma 68,7% de aprovação, seguido de perto pela presidente do México, Claudia Sheinbaum, com 66,5%. Completam o bloco à frente de Lula a líder peruana Keiko Fujimori, em 3º lugar com 55,0%, e o presidente colombiano Abelardo De La Espriella, em 4º com 52,4%. Logo atrás do brasileiro, fechando os seis primeiros colocados, surge Rodrigo Paz, da Bolívia, com 50,5% de aprovação.

Intermediários e Milei e Delcy entre os piores

No grupo intermediário, os destaques ficam com o chileno José Antonio Kast, que ocupa a 9ª posição e registrou a maior alta do mês (subindo 3,1 pontos percentuais, para 47,7%), e com o equatoriano Daniel Noboa (11º colocado, com 45,3%), que cresceu 4,3 pontos. Em contrapartida, a presidente da Costa Rica, Laura Fernández (7ª com 49,8%), sofreu o recuo mais acentuado da amostragem, perdendo 5,7 pontos percentuais em trinta dias. O bloco é composto ainda por Luis Abinader (República Dominicana, 8º), Santiago Peña (Paraguai, 10º) e Nasry Asfura (Honduras, 12º).

Já na parte inferior da tabela, os seis governantes com piores índices de popularidade continuam registrando taxas de rejeição superiores a 58%. O uruguaio Yamandú Orsi abre a lista na 13ª colocação (37,5% de aprovação), seguido por Daniel Ortega, da Nicarágua (14º com 36,0%), e por Javier Milei, da Argentina, que aparece em 15º lugar com 35,1% de aprovação e 62,8% de rejeição. As últimas posições são ocupadas por José Raúl Mulino, do Panamá (16º com 31,4%), Bernardo Arévalo, da Guatemala (17º com 29,5%), e por Delcy Rodríguez, da Venezuela, que amarga o 18º e último lugar com 26,7% de imagem positiva e a maior desaprovação da região (67,4%).

Veja o ranking

Os seis melhores avaliados

Nayib Bukele (El Salvador): 68,7% de aprovação | 28,4% de desaprovação

Claudia Sheinbaum (México): 66,5% de aprovação | 31,4% de desaprovação

Keiko Fujimori (Peru): 55,0% de aprovação | 40,7% de desaprovação

Abelardo De La Espriella (Colômbia): 52,4% de aprovação | 42,2% de desaprovação

Lula da Silva (Brasil): 51,9% de aprovação | 46,1% de desaprovação

Rodrigo Paz (Bolívia): 50,5% de aprovação | 44,9% de desaprovação

Os seis intermediários

Laura Fernández (Costa Rica): 49,8% de aprovação | 44,3% de desaprovação

Luis Abinader (República Dominicana): 48,1% de aprovação | 47,6% de desaprovação

José Antonio Kast (Chile): 47,7% de aprovação | 49,7% de desaprovação

Santiago Peña (Paraguai): 47,2% de aprovação | 51,1% de desaprovação

Daniel Noboa (Equador): 45,3% de aprovação | 51,3% de desaprovação

Nasry Asfura (Honduras): 41,6% de aprovação | 55,5% de desaprovação

Os seis piores avaliados

Yamandú Orsi (Uruguai): 37,5% de aprovação | 58,3% de desaprovação

Daniel Ortega (Nicarágua): 36,0% de aprovação | 61,4% de desaprovação

Javier Milei (Argentina): 35,1% de aprovação | 62,8% de desaprovação

José Raúl Mulino (Panamá): 31,4% de aprovação | 64,4% de desaprovação

Bernardo Arévalo (Guatemala): 29,5% de aprovação | 66,4% de desaprovação

Delcy Rodríguez (Venezuela): 26,7% de aprovação | 67,4% de desaprovação.