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Dados apontam que bares e botequins movimentam mais de R$ 260 milhões no Rio

Descubra como os 52 estabelecimentos reconhecidos como Patrimônio Cultural Carioca movem a economia

Reprodução

Mais do que simples locais para um chope gelado ou um petisco, os bares e botequins reconhecidos como Patrimônio Cultural Carioca são verdadeiros guardiões da identidade do Rio de Janeiro.

De acordo com um levantamento recente da Prefeitura do Rio, divulgado pela coluna de Ancelmo Gois (O Globo), esses 52 estabelecimentos espalhados pela cidade movimentam a impressionante marca de R$ 268,9 milhões por ano.

Com uma média de 73 anos de existência, essas casas atravessaram gerações mantendo viva a cultura boêmia e a atmosfera acolhedora típica dos bairros cariocas.

Juntos, os locais recebem aproximadamente 2,9 milhões de clientes anualmente e são responsáveis por 1,2 mil empregos diretos, sustentando famílias e mantendo viva a tradição da hospitalidade local.

O impacto desses espaços vai muito além dos frequentadores habituais do bairro. O estudo aponta que 24% do público é composto por turistas de outras cidades ou países, consolidando os botecos tradicionais em roteiros indispensáveis para quem visita a capital fluminense.

Endereços históricos como a Adega Pérola, o Bar Urca, o Jobi, o Bar Luiz e a centenária Casa Paladino transformam-se em pontos de encontro inter-generacionais.

Entre balcões de madeira, mesas na calçada e fachadas marcantes, esses estabelecimentos continuam ditando o ritmo da convivência urbana.

Preservar esses espaços significa proteger a própria memória da cidade, garantindo que a autêntica essência carioca continue resistindo ao tempo e encantando novas gerações.