Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 102 milhões no próximo sorteio
Brasil
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 102 milhões no próximo sorteio
Fafá de Belém abre Festival de Teatro Amir Haddad com show gratuito nos Arcos da Lapa
Entretenimento
Fafá de Belém abre Festival de Teatro Amir Haddad com show gratuito nos Arcos da Lapa
Reitor da UFF assume Ciência e Tecnologia do Rio com missão de aproximar universidades e setor produtivo
Estado
Reitor da UFF assume Ciência e Tecnologia do Rio com missão de aproximar universidades e setor produtivo
Caixa retoma negociação com empregados em meio à greve
Brasil
Caixa retoma negociação com empregados em meio à greve
Polícia Civil faz operação contra expansão do CV em Paraty
Costa Verde
Polícia Civil faz operação contra expansão do CV em Paraty
Comitê Estadual de Enfrentamento aos Efeitos do El Niño realiza primeira plenária
Estado
Comitê Estadual de Enfrentamento aos Efeitos do El Niño realiza primeira plenária
Começa hoje a Primeira Semana de Arte do Rio com mais de 400 atrações
Rio de Janeiro
Começa hoje a Primeira Semana de Arte do Rio com mais de 400 atrações

Justiça eleitoral cassa o mandato do deputado Marcelo Crivella, aplica multa e o torna inelegível

A juíza Márcia Capanema, da Justiça Eleitoral, determinou neste domingo (28) a cassação do mandato do deputado federal Marcelo Crivella, ex-prefeito do Rio, e a aplicação de multa de R$ 433.290. Ele é acusado de montar esquema para impedir reportagens sobre a saúde no Rio. A magistrada também determina que Crivella fique inelegível nos oito anos subsequentes à eleição municipal de 2020.

A decisão é resultado de ação ajuizada pela coligação “É a vez do povo!” (PT e PCdoB), feita em 2020. Na ação, Crivella é acusado de “prática de abuso de poder de autoridade e conduta vedada a agente público em campanhas eleitorais, com base na Constituição. A coligação afirma que ele montou um esquema para “monitorar e impedir a interlocução de cidadãos com profissionais de imprensa” com o intuito de barrar informações sobre o sistema de Saúde do Rio em período eleitoral. Para isso, usou servidores públicos municipais, que ficaram conhecidos como Guardiões do Crivella. A acusação identificou os servidores, em desvio de função, utilizados pelo ex-prefeito do Rio.
Na sentença, a magistrada disse que a decisão tinha “caráter pedagógico-preventivo” e também demonstrava o repúdio à “conduta moral e ilegal perpetrada”.