Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Rio de Janeiro
Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Baixada Fluminense
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Brasil
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Rio de Janeiro
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Brasil
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Região Serrana
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Economia
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE

Justiça do Rio nega pedido de revogação de prisão preventiva do cantor Oruam

Defesa alegou quadro de tuberculose e problemas de saúde.

A Justiça do Estado do Rio de Janeiro rejeitou o pedido apresentado pela defesa do cantor Oruam para revogar sua ordem de prisão preventiva. Os advogados do artista haviam solicitado o relaxamento da medida restritiva de liberdade argumentando que o músico foi diagnosticado com tuberculose e enfrenta outros sérios problemas de saúde que demandam cuidados específicos. No entanto, o pleito foi integralmente negado pela magistrada responsável pelo caso, que optou por manter a vigência das decisões que determinam a captura do investigado.

A juíza do caso declarou que os laudos e documentos médicos anexados pela equipe jurídica não comprovam, sob a análise do atual estágio processual, a real  necessidade de suspender os mandados de prisão vigentes. Outro ponto crucial destacado no despacho judicial foi o fato de que o cantor Oruam continua oficialmente foragido do sistema de segurança pública do Rio de Janeiro, uma condição jurídica que reforça a urgência e a manutenção da medida extrema imposta contra ele.

O artista acumula atualmente duas ordens de prisão em aberto expedidas pelo Poder Judiciário fluminense. O primeiro mandado decorre de uma investigação conduzida pela Polícia Civil sobre uma suposta tentativa de homicídio contra agentes de segurança pública. O segundo mandado de prisão preventiva é fundamentado em uma apuração que aponta o envolvimento do artista em esquemas de lavagem de dinheiro, em tese associados a uma organização criminosa que atua de forma coordenada no estado.

A decisão judicial estipula, contudo, que os direitos fundamentais à saúde do investigado serão garantidos de acordo com as normas da administração penitenciária. Caso o cantor Oruam decida se apresentar voluntariamente às autoridades policiais ou seja capturado em decorrência das buscas em andamento, ele deverá passar imediatamente por uma avaliação técnica e detalhada da junta médica oficial de dentro do sistema prisional, que irá monitorar o quadro e indicar os tratamentos adequados.