A partir desta quinta-feira (1°/10), jornalistas estrangeiros solicitantes de visto de trabalho nos Estados Unidos terão que deixar as opções de privacidade de todos os seus perfis em redes sociais como “público” ou “aberto”.
A determinação é do Departamento de Estado e abrange representantes de veículos de comunicação estrangeiros, e TN e TD, tipo de visto concedido a determinados profissionais do Canadá e do México.
Segundo o Departamento de Estado, a intenção é utilizar todas as fontes de informação disponíveis para identificar candidatos que possam ser considerados inadmissíveis nos Estados Unidos, “incluindo aqueles que representem uma ameaça à segurança nacional ou à segurança pública”.
A medida já é prevista para outros tipos de vistos, como diplomáticos e oficiais; estudantes; trabalhadores temporários e estagiários; intercâmbio; noivo; ocupações religiosas.
O governo de Donald Trump tem adotado medidas que atingem candidatos à imigração, turistas, profissionais estrangeiros e pessoas que já estão nos Estados Unidos. Em agosto, ele chegou a suspender o agendamento de entrevistas para vistos de imigrantes em embaixadas e consulados americanos ao redor do mundo. A medida atingia pessoas que pretendem obter o chamado green card e morar permanentemente nos EUA.
A decisão foi revogada pela Justiça.
A gestão também passou a exigir um caução de até US$ 20 mil (cerca de R$ 111 mil) para estrangeiros de vários países que solicitarem vistos de turismo e negócios. A lista de países afetados pela medida reúne cerca de 50 nações, incluindo Cuba, Venezuela, Mongólia, Nicarágua, Nigéria e Angola, entre outras.






