Rio tem chuva forte e previsão de mais temporais nesta segunda
Rio de Janeiro
Rio tem chuva forte e previsão de mais temporais nesta segunda
PGR se manifesta a favor de retirada de sigilo de mais uma frente de investigação do caso Master
Brasil
PGR se manifesta a favor de retirada de sigilo de mais uma frente de investigação do caso Master
Seis homens são julgados por espancar capivara na Ilha do Governador
Mais Quentes
Seis homens são julgados por espancar capivara na Ilha do Governador
RealTime Big Data: Paes lidera Governo do RJ; Benedita e Jordy lideram para o Senado
Política
RealTime Big Data: Paes lidera Governo do RJ; Benedita e Jordy lideram para o Senado
Novas regras da Anac que podem impedir embarque de passageiros indisciplinados
Brasil
Novas regras da Anac que podem impedir embarque de passageiros indisciplinados
Flamengo de volta à liderança do Brasileiro em vitória suada sobre reservas do Corinthians
Esportes
Flamengo de volta à liderança do Brasileiro em vitória suada sobre reservas do Corinthians
Zeca Pagodinho faz show gratuito no Sesc Nova Iguaçu
Entretenimento
Zeca Pagodinho faz show gratuito no Sesc Nova Iguaçu

Corregedor Nacional de Justiça vai a Curitiba para devassa em atos suspeitos da Lava Jato e do TRF-1

Foto: Tania Rego / Agência Brasil

Uma correição extraordinária está sendo realizada na 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba e no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), responsáveis pela operação Lava Jato, a fim de examinar cerca de R$ 300 milhões em depósitos judiciais.

O corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, pretende analisar detalhadamente as decisões relacionadas a esses recursos, assim como sua origem e destino, podendo solicitar a quebra de sigilo bancário, se necessário.

Essa inspeção extraordinária foi aberta após o afastamento do juiz Eduardo Appio de suas funções, em meio a alegações de uma suposta ameaça ao desembargador federal Marcelo Malucelli. Appio nega as acusações. Antes de ser afastado, ele estava revisando as decisões do ex-juiz Sergio Moro, seu antecessor.

Salomão também tem a intenção de examinar minuciosamente os acordos de cooperação internacional e a condução das delações premiadas. O ministro estará em Curitiba esta semana para acompanhar de perto os trabalhos. Em 2019, um acordo homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, já havia estabelecido que os R$ 2,6 bilhões, originalmente destinados a um fundo a ser administrado pelo Ministério Público Federal (MPF), fossem depositados na conta única do Tesouro para serem utilizados em gastos com saúde e educação.

Com informações do Painel/Folha