Polícia Civil faz operação contra expansão do CV em Paraty
Costa Verde
Polícia Civil faz operação contra expansão do CV em Paraty
Comitê Estadual de Enfrentamento aos Efeitos do El Niño realiza primeira plenária
Estado
Comitê Estadual de Enfrentamento aos Efeitos do El Niño realiza primeira plenária
Começa hoje a Primeira Semana de Arte do Rio com mais de 400 atrações
Rio de Janeiro
Começa hoje a Primeira Semana de Arte do Rio com mais de 400 atrações
Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 102 milhões
Geral
Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 102 milhões
Fluminense avança às semifinais da Libertadores mesmo com derrota para o Platense
Esportes
Fluminense avança às semifinais da Libertadores mesmo com derrota para o Platense
Vasco vence Santa Fe e se classifica para a semifinal da Sul-Americana
Esportes
Vasco vence Santa Fe e se classifica para a semifinal da Sul-Americana
Polícia fecha fábrica clandestina de linha chilena na Zona Oeste do Rio
Rio de Janeiro
Polícia fecha fábrica clandestina de linha chilena na Zona Oeste do Rio

Cobrança em Ilha Grande gera crise e leva Prefeitura de Angra à mira do TCE

Tribunal de Contas dá prazo de cinco dias para o município explicar taxa turística e contratação sem licitação da empresa responsável pela arrecadação

Foto: Reprodução

A nova taxa de turismo cobrada em Ilha Grande, em Angra dos Reis, entrou na mira do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). O órgão deu prazo de cinco dias úteis para que a prefeitura esclareça a implantação da cobrança e a contratação, sem licitação, da empresa responsável pela arrecadação dos valores.

A taxa começou a ser cobrada nesta semana e provocou forte reação de moradores e empresários da Vila do Abraão, principal porta de entrada da ilha. Pelas regras atuais, visitantes que permanecem no destino por até 30 dias devem pagar R$ 50. O valor sobe para R$ 100 para quem não apresentar comprovante de hospedagem. Já os turistas que fazem apenas passeios de um dia pagam R$ 28.

A investigação foi aberta após questionamentos sobre a contratação direta da empresa responsável pelo sistema de pagamento. Um relatório analisado pelo TCE aponta dúvidas sobre a justificativa de exclusividade usada para dispensar a licitação, além de questionar o modelo de remuneração da companhia.

A polêmica ganhou força ao longo da semana com manifestações de moradores contrários à medida. Os protestos levaram a ações da Justiça para garantir o acesso ao cais da Vila do Abraão, enquanto moradores afirmam que os atos têm sido pacíficos e cobram mais diálogo com a administração municipal.

Em nota, a Prefeitura de Angra dos Reis informou que ainda não foi oficialmente notificada pelo TCE, mas declarou estar à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários e comprovar a legalidade e a transparência do processo.