PSD recorre ao STF para tentar garantir segundo turno na eleição do Rio
Eleições 2026
PSD recorre ao STF para tentar garantir segundo turno na eleição do Rio
Quaest aponta Flávio Bolsonaro com 46% e Lula com 44% no segundo turno
Eleições 2026
Quaest aponta Flávio Bolsonaro com 46% e Lula com 44% no segundo turno
Detran RJ muda agendamento da nova identidade para reforçar combate a fraudes
Estado
Detran RJ muda agendamento da nova identidade para reforçar combate a fraudes
Rio Carnaval Expo leva história do samba a exposição imersiva na Cidade do Samba
Carnaval
Rio Carnaval Expo leva história do samba a exposição imersiva na Cidade do Samba
Rio cria política de inteligência artificial para melhorar serviços públicos
Estado
Rio cria política de inteligência artificial para melhorar serviços públicos
Rodrigo Neves e Comte Bittencourt recebem Geraldo Alckmin em Niterói para encontro com empresários
Niterói
Rodrigo Neves e Comte Bittencourt recebem Geraldo Alckmin em Niterói para encontro com empresários
Câmara do Rio aprova homenagem ao Papa Francisco e projetos ligados à diversidade religiosa
Política
Câmara do Rio aprova homenagem ao Papa Francisco e projetos ligados à diversidade religiosa

Campanha de Lula registra canal ‘Exército do Lula’ no TSE após disputa judicial

Ferramenta de WhatsApp, coordenada por André Janones, tem mais de 4 milhões de inscritos

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida ocorre após uma série de impasses jurídicos envolvendo o funcionamento da ferramenta durante o segundo turno das eleições presidenciais.

A anotação foi realizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP), vinculado à Secretaria Judiciária do tribunal. O procedimento atende à determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal do canal e ordenou a suspensão das atividades até o cumprimento da medida.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal reúne mais de 4 milhões de inscritos e é utilizado para compartilhar áudios, vídeos e orientações aos apoiadores de Lula.

A ferramenta se tornou alvo de uma disputa judicial entre as campanhas presidenciais. A equipe de Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na corrida ao Palácio do Planalto, questionou o uso do canal na Justiça Eleitoral, alegando a divulgação de conteúdos de desinformação.

Na decisão, Nunes Marques apontou que canais criados antes da formalização do registro na Justiça Eleitoral, como o “Exército do Lula”, só poderiam ser utilizados na campanha após o prazo de 48 horas contado a partir do registro.

Com a regularização, a campanha petista passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas publicações e pelos fluxos de comunicação divulgados por meio da ferramenta.

O caso provocou divergências na cúpula da Justiça Eleitoral e ampliou o embate entre as campanhas durante o segundo turno, colocando em discussão as regras para o uso de canais digitais na propaganda política.