Governo cobra R$ 1 bilhão de 17 bets por danos ligados ao vício em apostas
Brasil
Governo cobra R$ 1 bilhão de 17 bets por danos ligados ao vício em apostas
Morre Arilson Cantanhede, embaixador e repórter do Rio Carnaval
Carnaval
Morre Arilson Cantanhede, embaixador e repórter do Rio Carnaval
Pesquisa aponta 60% de indecisos na disputa pelo governo do Rio
Política
Pesquisa aponta 60% de indecisos na disputa pelo governo do Rio
Prédio é interditado após risco de desabamento na Muzema
Rio de Janeiro
Prédio é interditado após risco de desabamento na Muzema
Governo reforça fiscalização para conter alta dos combustíveis
Brasil
Governo reforça fiscalização para conter alta dos combustíveis
Lula não deve comparecer a debate na TV Globo, afirma presidente do PT
Brasil
Lula não deve comparecer a debate na TV Globo, afirma presidente do PT
Nova Iguaçu reforça tapa-buraco após chuvas de setembro
Nova Iguaçu
Nova Iguaçu reforça tapa-buraco após chuvas de setembro

Caixa mantém greve, mas 60% dos funcionários terão que trabalhar

Decisão do TST mantém paralisação, mas determina percentual mínimo de trabalhadores por agência; julgamento do dissídio acontece nesta terça-feira (29)

Foto: Reprodução

A greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal continua, mas pelo menos 60% dos trabalhadores de cada agência devem permanecer em atividade. A determinação é do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e vale tanto para funcionários presenciais quanto para os que trabalham remotamente.

A decisão não encerra a paralisação, iniciada em 10 de setembro. Os sindicatos precisam garantir o percentual mínimo de trabalhadores em serviço. Em caso de descumprimento, pode ser aplicada multa diária de R$ 100 mil à entidade responsável.

A Caixa havia pedido que 80% dos funcionários continuassem trabalhando, alegando que a greve poderia afetar serviços considerados essenciais, como a compensação bancária e o pagamento de benefícios sociais. O TST, no entanto, fixou o mínimo em 60%.

 

Como fica o atendimento

A decisão não garante o funcionamento normal das agências. Mesmo com o percentual mínimo de funcionários, clientes podem encontrar mudanças no atendimento e na oferta de serviços durante a greve.

O TST também considerou que a paralisação não é abusiva e manteve, provisoriamente, as regras do acordo coletivo de 2024 a 2026 até o julgamento definitivo.

 

Julgamento acontece nesta terça

A greve começou depois que as negociações para o novo acordo coletivo, válido de 2026 a 2028, terminaram sem consenso. Um dos principais pontos de discussão é o modelo de custeio do Saúde Caixa.

O dissídio coletivo será julgado nesta terça-feira (29), às 14h30, pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos do TST.

A Contraf-CUT apresentou contestação e defende que a greve não seja considerada abusiva. A entidade também pede a revisão do percentual mínimo de 60%, além do abono ou compensação dos dias parados sem desconto nos salários e garantias contra possíveis retaliações aos funcionários que participam do movimento.