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Adversário das oitavas, Olimpia, é a maior vítima de Gabigol

Titular de Jorge Sampaoli, Gabigol volta a campo nesta quinta-feira, às 21h, após cumprir suspensão no último domingo. E o camisa 10 da Gávea terá pela frente sua maior vítima dentro da Copa Libertadores da América, o Olimpia, adversário contra quem teve grandes atuações em 2021.

Na temporada em questão, num período em que a pandemia do coronavírus começava a ser controlada e acontecia o retorno parcial de torcedores aos estádios, Flamengo e Olimpia se enfrentaram pelas quartas de final. Diferentemente do que aconteceu na quinta-feira, quando Gabigol deu assistência para Bruno Henrique na magra vitória rubro-negra por 1 a 0, não teve placar apertado. Nem no Paraguai e nem em Brasília.

No dia 11 de agosto, no Estádio Manuel Ferreira, em Assunção, o então camisa 9 participou de todos os gols. No primeiro, deu lindo passe para Bruno Henrique, que deixou Arrascaeta livre para balançar a rede.

O segundo representou um alívio para os torcedores do Flamengo. Já nos acréscimos do primeiro tempo, Filipe Luís cometeu falta dura, levou o segundo amarelo e acabou expulso. Na origem da jogada, porém, Arrascaeta sofreu um pisão dentro da área. Resultado? Vermelho anulado, pênalti para o Fla e gol de Gabigol.

O terceiro foi gol típico de centroavante. Bem posicionado e atento, aproveitou chute errado de Bruno Henrique e empurrou de pé direito. No fim, recebeu belo lançamento de Thiago Maia e deixou Vitinho sem goleiro para fechar a conta em 4 a 1.

Se hoje Gabigol tem saído muito da área, naquele confronto com o Olímpia ele resolveu praticamente tudo dentro dela – exceção ao passe em profundidade que deu para Bruno Henrique em Assunção no gol de Arrascaeta.

Em Brasília, no Mané Garrincha, o Flamengo passeou novamente: 5 a 1. Gabigol abriu o placar, de pé esquerdo, após cruzamento rasteiro de Rodinei. E fechou com uma cabeçada após lindo levantamento de Diego.

Com quatro gols sofridos, o Olimpia é o maior freguês de Gabigol na Libertadores. A Unión La Calera, outra vítima do ano de 2021, vem na sequência, com três.

Gabigol terminaria aquela Libertadores como artilheiro, com impressionantes 11 gols em 12 jogos. Ele, aliás, é o maior goleador brasileiro da história da competição. Em maio, chegou a 30 e superou Luizão, com quem dividia o posto desde a decisão do ano passado, em que balançou a rede do Athletico-PR e garantiu o tricampeonato do Flamengo.