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Chefe de seguranças investigados por morte em Copacabana tem 14 passagens pela polícia

Apontado como líder do grupo envolvido no espancamento de Cláudio Rafael, homem presta depoimento enquanto polícia busca identificar quinto agressor

Foto: Reprodução

A Polícia Civil ouviu nesta quarta-feira (26) Aluisio da Silva Filho, apontado pelas investigações como chefe da equipe de seguranças envolvida no espancamento que resultou na morte de Cláudio Rafael Landeiro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Segundo a 12ª DP (Copacabana), Aluisio possui 14 anotações criminais por delitos como ameaça, lesão corporal, porte ilegal de arma e até roubo contra um turista. O depoimento faz parte das investigações que buscam esclarecer todos os detalhes do caso.

A polícia também tenta identificar um quinto agressor, flagrado por câmeras de segurança dando chutes na cabeça da vítima durante as agressões. As imagens estão sendo analisadas pelos investigadores.

Até o momento, quatro pessoas foram presas: dois seguranças e dois entregadores. Todos respondem por homicídio triplamente qualificado.

Na terça-feira (25), a polícia ouviu cinco pessoas ligadas ao caso, incluindo proprietários de estabelecimentos comerciais de Copacabana. Embora não sejam suspeitos de participação direta no crime, eles são investigados por supostamente contratar seguranças de forma irregular.

De acordo com as investigações, os comerciantes teriam recorrido aos serviços dos seguranças Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, que estão presos por envolvimento nas agressões que levaram à morte de Cláudio Rafael.

O caso segue sob investigação, e a polícia trabalha para identificar todos os envolvidos e esclarecer a responsabilidade de cada um no episódio.