Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Rio de Janeiro
Chefe do tráfico do Morro do Fubá é morto em confronto com a PM em Cascadura
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Baixada Fluminense
Banda Celebrare volta à Baixada Fluminense após 10 anos com show em Nova Iguaçu
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Brasil
Brasil tem dois hotéis entre os 50 melhores do mundo em 2026
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Rio de Janeiro
Lojas de perucas são furtadas na Zona Norte do Rio
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Brasil
Operação contra o crime organizado cumpre 106 mandados de prisão em 19 estados
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Região Serrana
Temporal de granizo em Petrópolis alaga ruas e provoca queda de árvores
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE
Economia
Comércio varejista diminuiu em vendas em julho, segundo IBGE

Levantamento Serasa mostra que salário não chega até o fim do mês

53% dos profissionais não conseguem pagar todas as despesas do cotidiano apenas com a renda disponível.

reprodução

Mais da metade dos trabalhadores brasileiros enfrenta dificuldades para fazer o salário chegar até o fim do mês. Levantamento da Serasa Experian divulgado nesta terça-feira (18) mostra que 53% dos profissionais não conseguem pagar todas as despesas do cotidiano apenas com a renda disponível.

O percentual praticamente não mudou em relação a 2025, quando 54% dos entrevistados afirmaram viver a mesma situação. A estabilidade do indicador revela que o aperto financeiro continua fazendo parte da rotina de uma parcela expressiva dos trabalhadores, mesmo após um ano.

Entre aqueles que não conseguem fechar as contas, 47% dizem recorrer a algum tipo de alternativa para cobrir os compromissos mensais. Outros 6% simplesmente terminam o mês no vermelho, sem buscar qualquer recurso adicional para compensar a falta de dinheiro.

A pesquisa ouviu 1.008 profissionais de empresas públicas e privadas, incluindo trabalhadores contratados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prestadores de serviços que atuam como pessoa jurídica (PJ).

As entrevistas foram realizadas pela internet entre os dias 12 e 30 de junho. A margem de erro do levantamento é de 3,1 pontos percentuais.

Alimentação pesa mais no orçamento

Entre os trabalhadores que não conseguem terminar o mês com saldo positivo, os gastos com alimentação aparecem como a principal fonte de pressão sobre o orçamento doméstico.

A categoria foi mencionada por 78% dos entrevistados que enfrentam dificuldades financeiras. Logo depois aparecem as contas essenciais de consumo, como água, energia elétrica e gás, citadas por 72%.

O financiamento de imóveis ou veículos surge na sequência, apontado por 44% dos participantes. Compras de roupas, utilidades e outros itens de consumo foram mencionadas por 43%.

O pagamento de empréstimos aparece no orçamento de 33% dos trabalhadores que vivem situação de aperto, enquanto despesas relacionadas aos estudos foram apontadas por 22%.

Cada entrevistado podia selecionar até três categorias consideradas responsáveis pelo maior impacto nas próprias finanças.