UFRJ investiga gravação de conteúdo pornográfico em banheiros da Faculdade de Letras
Rio de Janeiro
UFRJ investiga gravação de conteúdo pornográfico em banheiros da Faculdade de Letras
MPF defende ponto eletrônico para professores do Colégio de Aplicação da UFRJ
Estado
MPF defende ponto eletrônico para professores do Colégio de Aplicação da UFRJ
Sepultamento de pizzaiolo morto após abordagem policial reúne homenagens e pedidos de justiça
São Gonçalo
Sepultamento de pizzaiolo morto após abordagem policial reúne homenagens e pedidos de justiça
Lula lança no Rio plano integrado para combater o crime organizado
Destaque
Lula lança no Rio plano integrado para combater o crime organizado
Lula rejeita classificação de PCC e CV como terroristas feita pelos EUA
Brasil
Lula rejeita classificação de PCC e CV como terroristas feita pelos EUA
Traficante foragido é preso no Galeão ao voltar de Dubai
Rio de Janeiro
Traficante foragido é preso no Galeão ao voltar de Dubai
Artista Rodrigo Cass morre aos 43 anos após afogamento em Copacabana
Rio de Janeiro
Artista Rodrigo Cass morre aos 43 anos após afogamento em Copacabana

El Niño deve permanecer até 2027 e aumentar risco de eventos climáticos extremos no Brasil

Segundo o levantamento, a tendência é que os efeitos do fenômeno se intensifiquem ao longo do segundo semestre deste ano

reprodução

Uma análise divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em conjunto com outros órgãos do governo federal, aponta que o fenômeno El Niño deve continuar influenciando o clima brasileiro pelo menos até o início de 2027. A previsão indica ainda que ele pode atingir a categoria de “muito forte”, quando o aquecimento das águas do Oceano Pacífico supera os 2°C.

Segundo o levantamento, a tendência é que os efeitos do fenômeno se intensifiquem ao longo do segundo semestre deste ano, com maior impacto durante a primavera e o início do verão. Nesse período, aumenta a possibilidade de ocorrência de eventos climáticos extremos em diferentes regiões do país.

Embora tenha origem no Oceano Pacífico, o El Niño altera a circulação dos ventos e a distribuição da umidade na atmosfera, influenciando o clima em diversas partes do planeta. Entre as consequências estão ondas de calor mais intensas, períodos de seca, aumento do risco de queimadas e chuvas fortes capazes de provocar temporais e alagamentos.

Especialistas alertam que o comportamento do fenômeno exige monitoramento constante, já que seus impactos variam conforme a região e podem afetar setores como agricultura, abastecimento de água e geração de energia, além de aumentar os riscos para a população em áreas vulneráveis.