Mulher é presa com três quilos de cocaína escondidos em latas no Galeão
Rio de Janeiro
Mulher é presa com três quilos de cocaína escondidos em latas no Galeão
Entidades patronais cobram em manifesto resposta urgente do STF à crise
Brasil
Entidades patronais cobram em manifesto resposta urgente do STF à crise
Dino determina reintegração de diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues
Destaque
Dino determina reintegração de diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues
Estação Carioca do MetrôRio recebe ação de orientação sobre direitos do consumidor
Rio de Janeiro
Estação Carioca do MetrôRio recebe ação de orientação sobre direitos do consumidor
Grande Jacarepaguá tem manhã de operações após noite de intenso tiroteio
Mais Quentes
Grande Jacarepaguá tem manhã de operações após noite de intenso tiroteio
Policiamento é reforçado após tiroteio perto da estação Del Castilho
Rio de Janeiro
Policiamento é reforçado após tiroteio perto da estação Del Castilho
Polícia Civil faz operação contra venda ilegal de medicamentos abortivos no Rio
Mais Quentes
Polícia Civil faz operação contra venda ilegal de medicamentos abortivos no Rio

Polícia Civil faz operação contra venda ilegal de medicamentos abortivos no Rio

São cumpridos mandados de busca e apreensão nos bairros de Campo Grande e Cosmos, na Zona Oeste

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza, nesta quarta-feira (9), uma operação contra um grupo suspeito de divulgar e comercializar ilegalmente medicamentos abortivos pela internet. Cinco pessoas são alvo de mandados de busca e apreensão em endereços nos bairros de Campo Grande e Cosmos, na Zona Oeste.

A investigação começou depois que agentes identificaram perfis em redes sociais usados para oferecer os medicamentos. Segundo a polícia, as publicações abordavam temas relacionados à interrupção da gravidez e direcionavam as interessadas para canais privados em aplicativos de mensagens, onde a negociação seria realizada.

Entre os conteúdos encontrados estão vídeos com títulos como “Como fazer um aborto seguro” e “Ajuda com positivo indesejado”, acompanhados de orientações para que as interessadas entrassem em contato com os responsáveis.

De acordo com os investigadores, o grupo utilizava diferentes perfis, números de telefone e aparelhos eletrônicos para tentar dificultar a identificação dos envolvidos. Informações fornecidas por empresas de tecnologia e operadoras de telefonia ajudaram a polícia a relacionar os cinco alvos aos números, celulares, contas digitais e endereços investigados.

A apuração não se limita à suspeita de venda irregular dos medicamentos. A Polícia Civil também investiga possível prática de incitação e apologia ao crime, além de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais.

Durante a operação, os agentes procuram celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam ajudar a identificar como funcionava o esquema, a origem dos medicamentos e a participação individual de cada investigado.

A operação está em andamento e, até o momento, não foram divulgadas informações sobre prisões ou apreensões realizadas durante o cumprimento dos mandados.