Anvisa proíbe venda e uso de canetas de tirzepatida sem registro
Saúde
Anvisa proíbe venda e uso de canetas de tirzepatida sem registro
MPRJ recomenda que Maracanã seja liberado para Vasco x Boca Juniors
Esportes
MPRJ recomenda que Maracanã seja liberado para Vasco x Boca Juniors
Força Municipal registra mais de 15 mil abordagens e 1.390 prisões e conduções desde março
Rio de Janeiro
Força Municipal registra mais de 15 mil abordagens e 1.390 prisões e conduções desde março
Ceciliano volta à Alerj e já mira disputa pela presidência da Mesa Diretora
Política
Ceciliano volta à Alerj e já mira disputa pela presidência da Mesa Diretora
PSOL recorre ao TSE contra desistência de Garotinho que pode eleger Ruas
Eleições 2026
PSOL recorre ao TSE contra desistência de Garotinho que pode eleger Ruas
Polícia prende trio suspeito de furtar carros de luxo na Zona Sul e Zona Sudoeste do Rio
Mais Quentes
Polícia prende trio suspeito de furtar carros de luxo na Zona Sul e Zona Sudoeste do Rio
Restrição à prisão de eleitores termina na tarde desta terça
Geral
Restrição à prisão de eleitores termina na tarde desta terça

Ebola ultrapassa 500 mortes no Congo e profissionais da saúde ameaçam greve

Surto já soma mais de 1,5 mil casos e expõe crise na linha de frente do atendimento na República Democrática do Congo

Foto: Reprodução

O surto de ebola na República Democrática do Congo já deixou mais de 500 mortos e acumula mais de 1,5 mil casos confirmados, segundo o Ministério da Saúde do país. Os dados foram divulgados neste domingo (05/07) e mostram a gravidade da doença, que continua avançando apesar das tentativas de contenção.

Desde a confirmação do surto, em 15 de maio, foram registrados 1.561 casos e 506 mortes. As autoridades afirmam que o ritmo de transmissão ainda é superior às ações de controle.

Ao mesmo tempo, profissionais da saúde que atuam na província de Ituri, epicentro da crise, ameaçam entrar em greve. Eles cobram pagamento de benefícios atrasados, melhores salários e condições mais seguras de trabalho.

As equipes afirmam que trabalham com falta de insumos, pouca estrutura e sob pressão constante. Também relatam desconfiança da população e dificuldades no atendimento diário.

O aviso de paralisação foi enviado ao governo e prevê greve em 24 horas caso não haja resposta às reivindicações. A possível interrupção preocupa autoridades, já que pode afetar diretamente o combate ao surto em áreas mais atingidas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o primeiro mês deste surto como o mais grave já registrado. O país ainda enfrenta dificuldades por não ter vacina ou tratamento específico aprovado para o vírus responsável pela atual onda da doença.