Rodrigo Bacellar será transferido de presídio federal para unidade prisional no Rio de Janeiro
Estado
Rodrigo Bacellar será transferido de presídio federal para unidade prisional no Rio de Janeiro
Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Rio de Janeiro
Trens terão mudanças na circulação neste domingo por causa de serviços de limpeza na via
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Política
Senado marca votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Mundo
Líder supremo do Irã ameaça reagir a novos ataques dos EUA e de Israel
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Rio de Janeiro
Vacinação contra meningite para pessoas de até 59 anos termina neste sábado no Rio
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Baixada Fluminense
Tiroteio em Duque de Caxias termina com cinco presos e interdição de vias
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne
Estado
Moraes manda soltar desembargador investigado na Operação Unha e Carne

Polícia Civil conclui inquérito e descarta crime de Bolsonaro em caso de arma apreendida

Investigação aponta que ex-presidente tinha registro regular da pistola; sargento é indiciado por porte ilegal de arma de uso restrito

Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito que apurava a situação de uma arma de fogo ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro e apreendida durante uma operação de fiscalização. Segundo o relatório final da investigação, não foram encontrados elementos que indiquem a prática de crime por parte do ex-chefe do Executivo.

De acordo com a corporação, a pistola possuía registro válido e não havia qualquer impedimento administrativo ou judicial que impedisse sua permanência na residência de Bolsonaro. Com isso, a Polícia Civil entendeu que não houve irregularidade que justificasse responsabilização criminal.

A conclusão consta no relatório elaborado pelo delegado responsável pelo caso, que afirmou não ter identificado indícios de posse ou uso ilegal de arma de fogo de uso restrito por parte do ex-presidente.

Durante as investigações, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, mas a arma não chegou a ser recolhida pelas autoridades e não recebeu restrições em seu registro. Esses fatores foram considerados pela polícia como elementos que reforçam a regularidade da posse.

Apesar de afastar qualquer responsabilização de Bolsonaro, o inquérito resultou no indiciamento do sargento Estácio Leite da Silva Filho pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

O caso será encaminhado ao Ministério Público, que irá analisar o conteúdo da investigação e decidir se apresenta denúncia à Justiça ou solicita novas diligências.