Brasil mantém 72ª posição em ranking global de igualdade de gênero
Brasil
Brasil mantém 72ª posição em ranking global de igualdade de gênero
Eleitor deve ativar e-Título até 3 de outubro para votar nas eleições de 2026
Brasil
Eleitor deve ativar e-Título até 3 de outubro para votar nas eleições de 2026
Peças sacras furtadas de igrejas do Rio estão entre bens procurados pelo Iphan
Rio de Janeiro
Peças sacras furtadas de igrejas do Rio estão entre bens procurados pelo Iphan
Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Rio de Janeiro
Casa Brasil recebe exposição do Acervo da Laje durante circuito da ArtRio
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Política
Câmara do Rio propõe repasse de R$ 75 milhões para novo centro infantil em Piedade
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio de Janeiro
Comércio do Rio espera alta de 1,5% nas vendas durante a primavera
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas
Rio de Janeiro
Rio amplia Rio Rotativo Digital e aumenta tempo máximo de estacionamento para 10 horas

Abrigo de crianças em Mangaratiba ganha sede própria

Foto: Reprodução

O Abrigo Lar Mariliza, que acolhe crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em Mangaratiba, vai ganhar uma sede própria. A entrega será realizada no próximo dia 14, às 15h, pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos. A solenidade será aberta ao público. A instituição foi fundada em 2002 e é administrada pela prefeitura.

A sede provisória fica no bairro do Ibicuí, onde estão abrigadas dezenas de crianças e adolescentes, muitos, por causa de desorganização familiar e outros, vítimas de abusos sexuais. As crianças abrigadas freqüentam as escolas públicas da região e fazem parte do Centro de Atendimento Integral à Criança e ao Adolescente (Caica), que oferece diversas atividades esportivas, de lazer e cursos abertos a comunidade.

O abrigo é uma Unidade de Acolhimento Infanto-Juvenil (UAI) da rede socioassistencial pública e privada do município, que busca assegurar a proteção integral dos menores acolhidos. Ela é destinada a menores com idades entre 10 e 18 anos incompletos, de ambos os sexos.

Outra preocupação do abrigo é evitar a separação de irmãos e o tratamento diferenciado por parte dos pais. Alguns, quando vão visitar os filhos, levam presente apenas para um. As assistentes sociais, nesses casos, não entregam o presente.

Fazer com que a criança retorne para a casa é um dos principais objetivos do abrigo. E tem funcionado. Cerca de 80% das crianças e adolescentes que passaram pela casa retornaram a suas famílias biológicas. Mesmo reinserida na família, a criança continua recebendo atendimento. A unidade funciona como moradia provisória. Quem não retorna à família de origem é encaminhada para uma substituta ou fica no espaço até que tenha condições de se manter por conta própria.