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Governo do Estado transfere miliciano Zinho para presídio federal em Mato Grosso do Sul

Foto: Reprodução Internet

O Governo do Estado realizou, neste sábado (16/03), a transferência do miliciano Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, da Penitenciária Laércio da Costa Pelegrino (Bangu1), no Complexo de Gericinó, para a Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. A operação, realizada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap), envolveu 16 policiais penais do SOE/GSSE e cinco viaturas da Seap, que escoltaram o miliciano de Bangu até o Aeroporto Santos Dumont, onde foi entregue a cinco policiais penais da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), responsáveis por escoltar o criminoso até a penitenciária de Mato Grosso do Sul.

Na mesma operação, também foi transferido Marcelo de Luna Silva, o Boquinha, que ao lado de Zinho é acusado de integrar a principal milícia da Zona Oeste do Rio. A Justiça do Rio decretou, no mês passado, a transferência de ambos para um presídio federal de segurança máxima.

 

Relembre a prisão

Luiz Antônio da Silva Braga foi preso em 24 de dezembro de 2023 em uma operação conjunta entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Polícia Federal. Responsável por comandar os ataques à Zona Oeste no final do ano passado, o criminoso se apresentou, na véspera do Natal, na Superintendência Regional da Polícia Federal do estado, após negociações entre seus defensores, a Secretaria de Segurança Pública e a PF. À época, havia, pelo menos, 12 mandados de prisão contra o miliciano expedidos pela Justiça.

Nos últimos meses, Estado transferiu 18 presos de alta periculosidade para presídios federais

Em julho e agosto de 2023, o Governo do Estado fez uma megaoperação para a transferência de 16 lideranças criminosas para presídios federais. Com as duas transferências realizadas hoje, o governo transferiu, em menos de um ano, 18 presos de alta periculosidade.

A megaoperação do ano passado foi realizada com total segurança e sem nenhuma ocorrência de forma conjunta pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro com outras forças de segurança, como a Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Federal e Senappen.